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PÓS-EXPOSIÇÃO | MÉTODO E CONTINUIDADE
Uma exposição não termina no último dia, muda de estado. O pós-exposição organiza legado e abre caminhos: registro fotográfico, dossiê, clipping, atualização de portfólio, propostas de itinerância, retorno a editais e colecionadores. É hora de fechar contratos, prazos e custos, medir alcance e visitas, consolidar indicadores, avaliar acertos e falhas, cuidar de devoluções e créditos. Encerrar bem transforma um mês de sala em capítulo duradouro de carreira e dá método para a p

Marisa Melo
30 de set. de 2025


A Ética do Olhar: Aristóteles e o poder da forma
Este ensaio reflete sobre a arte a partir do pensamento de Aristóteles, entendendo o gesto criador como elaboração, consciência e ato ético. Ao abordar mímesis, forma e catarse, o texto discute como a arte organiza o caos, educa o olhar e produz transformação interior. Em diálogo com a arte contemporânea, analisa a ética do olhar como responsabilidade compartilhada entre artista e espectador, afirmando a arte como espaço de conhecimento, equilíbrio e construção de sentido no

Marisa Melo
18 de set. de 2025


O instante em que nasce uma ideia
O instante em que nasce uma ideia, reflexão sobre o momento da criação artística: o espaço entre o pensamento e o gesto, onde uma ideia se forma antes de se tornar obra. O ensaio aborda a filosofia do começo, o tempo da gestação e o papel da intuição no processo criativo. Um texto da coluna Recortes Contemporâneos que pensa o invisível da arte e o impulso que antecede toda forma.

Marisa Melo
17 de set. de 2025


Iberê Camargo e o peso da pintura | Passaporte para a Imortalidade
Texto da coluna Passaporte para a Imortalidade, assinado por Marisa Melo, dedicado à trajetória e à obra de Iberê Camargo. O ensaio analisa sua pintura como exercício extremo de rigor formal, destacando a passagem da paisagem inicial para as séries dos carretéis e dos ciclistas, onde gesto, repetição e matéria ganham centralidade. O texto aborda Iberê como um dos grandes pintores brasileiros do século XX, cuja obra se sustenta pela insistência pictórica, pelo esgotamento da f

Marisa Melo
17 de set. de 2025


Aterrar: Dani Xavier
Ensaio crítico sobre a série Aterrar, de Dani Xavier, que pensa a pintura a partir da repetição do gesto e da construção paciente da superfície. O texto integra reflexão filosófica ao fluxo da escrita para discutir acrílica sobre papel, economia cromática em tons terrosos e o tempo do fazer como elemento central da imagem. A série propõe uma experiência de aproximação com a pintura, baseada na constância, na matéria e na atenção às pequenas diferenças, dentro da coluna Artigo

Marisa Melo
17 de set. de 2025


O Belo como Verdade: Platão e a arte como caminho para o conhecimento
Platão via no Belo uma forma de verdade. Este texto reflete sobre a beleza como caminho filosófico e como a arte contemporânea continua a expressar o desejo de compreender o real. Criar e contemplar tornam-se gestos de conhecimento. O Belo, longe de ser adorno, é o que revela o essencial, o que transforma o olhar em consciência.

Marisa Melo
2 de set. de 2025


A última carta
Em A Última Carta, Marisa Melo constrói um texto de natureza ensaística que reflete sobre despedida, tempo e elaboração do fim. A escrita articula imagem, pensamento e experiência, evitando sentimentalismos e conduzindo o leitor por um território onde palavra e arte se aproximam como forma de elaboração crítica. O texto integra a linha autoral de Recortes Contemporâneos, afirmando a escrita como campo de reflexão estética e intelectual no contexto da arte contemporânea.

Marisa Melo
18 de ago. de 2025


O erro como forma
O texto reflete sobre o erro não como falha a ser corrigida, mas como parte constitutiva do processo criativo e da construção de linguagem. Ao deslocar a ideia de acerto, a escrita propõe o erro como campo de descoberta, risco e elaboração formal. Entre tentativa, desvio e ajuste, o ensaio discute como a forma nasce também do que escapa ao controle, revelando um pensamento que se constrói no fazer, na fricção entre intenção e resultado, especialmente no contexto da arte conte

Marisa Melo
16 de ago. de 2025


Releitura: o que se renova quando o olhar retorna
No texto Releitura, o que se renova quando o olhar retorna, Marisa Melo reflete sobre o gesto de revisitar imagens, obras e ideias a partir do tempo presente. A releitura surge como exercício crítico, capaz de atualizar sentidos sem apagar a origem, revelando como o olhar se transforma com a experiência, o repertório e o contexto. Inserido na série Recortes Contemporâneos, o artigo articula arte, pensamento e tempo, propondo uma leitura clara e direta sobre continuidade, revi

Marisa Melo
15 de ago. de 2025


Quero ser todo esse sangue que transborda sem coagular
Nesta crônica, o texto reflete sobre a recusa da contenção emocional e a escolha por viver a intensidade sem anestesia. Entre dor, desejo, apego e exposição, a escrita questiona a lógica social que exige controle, equilíbrio e fechamento rápido das feridas. Ao afirmar o direito de sentir até o fim, o texto propõe uma leitura sobre coragem, vulnerabilidade e a dignidade de permanecer aberto ao que pulsa, mesmo quando isso exige enfrentar desconforto, excesso e risco.

Marisa Melo
15 de ago. de 2025
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