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marisa melo
Arte, cultura e literatura


O Contemporâneo e o Anacronismo
O anacronismo costuma ser tratado como um desvio cronológico, mas na arte pode constituir um recurso capaz de ampliar a permanência de uma obra. Este ensaio analisa essa hipótese a partir das reflexões de Giorgio Agamben sobre o contemporâneo e da pintura metafísica de Giorgio de Chirico. Ao investigar a relação entre cronologia, história e criação artística, o texto propõe uma leitura crítica sobre o papel do anacronismo na produção de imagens que continuam relevantes ao lon
Há alguns segundos


Portfólio em movimento | Arte & Filosofia
Um portfólio é sempre um recorte. A trajetória que o gerou excede o documento que a apresenta. Neste artigo, Marisa Melo explora o conceito de portfólio em movimento a partir de Aby Warburg e seu Bilderatlas Mnemosyne e do conceito de rizoma de Gilles Deleuze, investigando o que continua escapando à edição e por que o material descartado pelo artista frequentemente revela mais sobre a pesquisa do que o conjunto selecionado.
há 5 dias


Desconstruindo a teoria das cores
O que acontece com a cor quando ela deixa de depender dos pigmentos e passa a ser produzida pela luz? A partir do pensamento de Vilém Flusser, este ensaio investiga como telas, dispositivos digitais e a circulação contínua de imagens transformaram nossa relação com a cor. O texto analisa os impactos dessa mudança na pintura contemporânea e discute como novas condições visuais alteram a percepção, a produção artística e a cultura visual.
20 de mai.


O que fica quando a obra desaparece
A arte efêmera desafia tudo o que o mercado tradicional espera de uma obra: permanência, objeto, posse. Instalações desmontadas, performances únicas, trabalhos feitos de materiais que se dissolvem. O que fica quando a obra desaparece? Neste artigo, Marisa Melo analisa como artistas como Lygia Clark, Hélio Oiticica e Felix Gonzalez-Torres construíram legados sem depender do objeto permanente, e o que isso significa para colecionadores e artistas hoje.
5 de mai.


O Renascimento da Fotografia Analógica
O renascimento da fotografia analógica revela uma mudança no modo como produzimos e consumimos imagens na era digital. Entre filmes fotográficos, câmeras analógicas, processos de revelação e fotografia em preto e branco, o artigo investiga por que o analógico voltou a ocupar espaço na arte contemporânea, na moda e na cultura visual. Uma reflexão sobre tempo, matéria, imperfeição e a recuperação de uma experiência fotográfica mais lenta e física.
1 de abr.


O que uma obra sabe que o artista não sabe? | Recortes Contemporâneos
O que uma obra sabe que o artista não sabe? A partir do pensamento de Hans-Georg Gadamer, este ensaio investiga como pinturas, livros e esculturas continuam produzindo sentidos depois de concluídos. Ao discutir autoria, interpretação e experiência estética, o texto examina a autonomia da obra de arte e a forma como cada encontro com o público amplia sua leitura ao longo do tempo.
1 de mar.


Pequenas verdades invisíveis
O que o olhar ainda pode ver, reflexão sobre o poder da atenção e o papel do olhar na arte contemporânea. Entre filosofia e criação, o ensaio investiga como o ver se torna forma de pensar, explorando o intervalo entre observação e compreensão. Um texto que aproxima a experiência estética da lucidez e do tempo, propondo um modo mais consciente de olhar o real.
15 de nov. de 2025


Quando a Arte Rompe seus Próprios Códigos
A arte contemporânea transformou os critérios que durante séculos orientaram a produção artística. Partindo de Marcel Duchamp e de sua obra Fountain, este artigo analisa como a arte passou a questionar seus próprios fundamentos, incorporando novas linguagens, formatos e temas. Performance, instalação, fotografia, arquivo e práticas interdisciplinares ampliaram o campo artístico e redefiniram a relação entre obra, discurso e experiência estética.
9 de nov. de 2025


O pensamento contemporâneo| Nietzsche, Deleuze e a criação como força
Inspirado em Nietzsche e Deleuze, este ensaio reflete sobre a arte como força vital e potência de criação. A obra deixa de representar e passa a gerar pensamento. Criar é afirmar a vida, transformar o caos em forma e o pensamento em energia. A arte se torna o espaço onde existir é resistir.
3 de out. de 2025


A Ética do Olhar: Aristóteles e o poder da forma
Este ensaio reflete sobre a arte a partir do pensamento de Aristóteles, entendendo o gesto criador como elaboração, consciência e ato ético. Ao abordar mímesis, forma e catarse, o texto discute como a arte organiza o caos, educa o olhar e produz transformação interior. Em diálogo com a arte contemporânea, analisa a ética do olhar como responsabilidade compartilhada entre artista e espectador, afirmando a arte como espaço de conhecimento, equilíbrio e construção de sentido no
18 de set. de 2025


O instante em que nasce uma ideia
Inspirado por reflexões de Kandinsky, Leonardo da Vinci e Paul Klee, este ensaio aborda o momento em que nasce uma ideia artística. Entre observação, memória, leitura e experiência, a criação começa muito antes da obra ganhar forma. Uma reflexão sobre o processo criativo, a formação do olhar e o papel da filosofia da arte na compreensão da origem da imagem e do pensamento artístico.
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17 de set. de 2025


Platão e a Forma de Compreender o Mundo
Neste ensaio, Platão é revisitado a partir de uma questão que permanece atual: como compreendemos o mundo. Entre filosofia, arte e conhecimento, o texto discute a diferença entre informação e reflexão, a construção do pensamento e o papel da criação artística na ampliação da experiência humana. Uma leitura sobre a busca pelo conhecimento, a formação do olhar crítico e a permanência das ideias platônicas no presente.
2 de set. de 2025


O erro como forma
O erro é um elemento fundamental na história da arte moderna e contemporânea. De Monet e Cézanne a Pollock e John Cage, muitos artistas transformaram desvios, acidentes e imprevistos em parte de seus processos criativos. Este ensaio analisa como o erro deixou de ser visto como falha para tornar-se uma ferramenta de investigação, experimentação e descoberta.
16 de ago. de 2025


Releitura: o que se renova quando o olhar retorna
A releitura ocupa um lugar central na história da arte ao transformar imagens do passado em matéria para novas investigações visuais. A partir de Friedrich Nietzsche, Pablo Picasso, Andy Warhol e Salvador Dalí, este ensaio analisa como diferentes artistas revisitaram obras consagradas para discutir modernidade, cultura de massa, espiritualidade e representação. Um olhar sobre a permanência das imagens e sua capacidade de gerar novos sentidos ao longo do tempo.
15 de ago. de 2025


O ateliê como espaço filosófico
O ateliê ocupa um papel central na produção artística contemporânea. Livros, imagens, anotações, arquivos e experimentações participam do desenvolvimento de muitas obras antes de sua apresentação pública. A partir de reflexões sobre Platão, Aristóteles, Leonardo da Vinci e Marcel Duchamp, este ensaio examina a relação entre criação artística e produção de conhecimento, mostrando como o ateliê se consolidou como um lugar de pesquisa, formulação de ideias e trabalho artístico.
3 de ago. de 2025


O artista é realmente livre?
A obra fala por si mesma? Neste artigo da coluna Recortes Contemporâneos, Marisa Melo reflete sobre liberdade artística, curadoria, circulação da arte e construção de sentido. A partir de questões presentes na arte contemporânea, o texto analisa como obras, artistas, instituições, críticos, curadores e públicos participam dos processos que definem a leitura, a presença pública e a permanência cultural de uma produção artística.
18 de jun. de 2024
o artista por trás da obra
entrevistas sobre processos, escolhas e caminhos
Conversas exclusivas com criadores para entender como eles planejam e executam suas obras de arte.
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