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marisa melo
Arte, cultura e literatura


O Contemporâneo e o Anacronismo
Texto crítico sobre contemporaneidade e anacronismo na arte, partindo do pensamento de Giorgio Agamben e da pintura metafísica de Giorgio de Chirico. A reflexão analisa como certas obras permanecem ativas no olhar justamente por não se ajustarem completamente ao próprio tempo histórico. O ensaio aborda duração da imagem, temporalidade na pintura, repetição visual na arte contemporânea e sobrevivência das formas a partir das ideias de Georges Didi-Huberman.
Há alguns segundos


A Revolução da Arte Têxtil: Legado e Influências de Magdalena Abakanowicz e Sheila Hicks
Magdalena Abakanowicz e Sheila Hicks estão entre os nomes mais importantes da arte têxtil contemporânea. Nascidas em contextos históricos distintos, transformaram fibras, tecidos e tramas em linguagens capazes de ocupar o espaço, dialogar com a arquitetura e ampliar os limites da escultura. Este artigo analisa suas trajetórias, principais obras e a influência exercida sobre a valorização da arte têxtil em museus, bienais e exposições internacionais.
27 de mai.


A sintaxe silente das formas
O que uma forma comunica quando deixa de representar algo reconhecível? Este ensaio investiga o papel da forma na escultura contemporânea e analisa como volumes, superfícies, vazios e relações espaciais continuam produzindo respostas no observador. Em um cenário marcado pela circulação acelerada de imagens, a escultura mantém uma experiência baseada no tempo, no deslocamento do corpo e na percepção do espaço.
24 de mai.


Desconstruindo a teoria das cores
O que acontece com a cor quando ela deixa de depender dos pigmentos e passa a ser produzida pela luz? A partir do pensamento de Vilém Flusser, este ensaio investiga como telas, dispositivos digitais e a circulação contínua de imagens transformaram nossa relação com a cor. O texto analisa os impactos dessa mudança na pintura contemporânea e discute como novas condições visuais alteram a percepção, a produção artística e a cultura visual.
24 de mai.


O que fica quando a obra desaparece
A arte efêmera desafia tudo o que o mercado tradicional espera de uma obra: permanência, objeto, posse. Instalações desmontadas, performances únicas, trabalhos feitos de materiais que se dissolvem. O que fica quando a obra desaparece? Neste artigo, Marisa Melo analisa como artistas como Lygia Clark, Hélio Oiticica e Felix Gonzalez-Torres construíram legados sem depender do objeto permanente, e o que isso significa para colecionadores e artistas hoje.
5 de mai.


Paisagem para Monet | Maya Veronese
Texto crítico sobre a pintura de Maya Veronese, artista jovem já reconhecida por exposições e premiações. A obra apresenta uma paisagem construída por pinceladas abertas, cor intensa e matéria aparente, em diálogo com referências do impressionismo e da pintura de Claude Monet. Realizada após sua participação no Art Battle em Sydney, a tela revela uma relação direta com a construção da imagem, com destaque para o uso da cor, da luz e da movimentação da tinta sobre a superfície
2 de mai.
o artista por trás da obra
entrevistas sobre processos, escolhas e caminhos
Conversas exclusivas com criadores para entender como eles planejam e executam suas obras de arte.
cartas da curadora
Textos, exposições e análises que chegam primeiro por aqui
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