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O que fica quando a obra desaparece
A arte efêmera desafia tudo o que o mercado tradicional espera de uma obra: permanência, objeto, posse. Instalações desmontadas, performances únicas, trabalhos feitos de materiais que se dissolvem. O que fica quando a obra desaparece? Neste artigo, Marisa Melo analisa como artistas como Lygia Clark, Hélio Oiticica e Felix Gonzalez-Torres construíram legados sem depender do objeto permanente, e o que isso significa para colecionadores e artistas hoje.

Marisa Melo
5 de mai.


A estrutura como modo de Ver
Lenny Hipólito apresenta duas obras da série Inteligências na exposição coletiva Natureza em cinco estados, da UP Time Art Gallery. Com pontilhismo geométrico em óleo sobre tela, a artista mineira constrói imagens da natureza mediadas pela estrutura da própria pintura. Neste texto crítico, Marisa Melo analisa como o trabalho de Lenny reorganiza o olhar e coloca em evidência o tempo e o método como parte constitutiva da obra.

Marisa Melo
29 de abr.


Identidade e Autoria
A inteligência artificial recoloca em pauta uma questão antiga da arte, a autoria. Entre Walter Benjamin e Michel Foucault, o texto analisa como a produção por IA desloca a ideia de originalidade, intenção e assinatura. Em um cenário onde imagens podem ser geradas sem origem definida, o valor da obra retorna à decisão consciente do artista, à construção de linguagem e à singularidade do gesto.

Marisa Melo
28 de abr.


Henri Matisse | Passaporte para a Imortalidade
Henri Matisse é analisado a partir de sua contribuição decisiva para a pintura moderna, com foco na cor como estrutura e na organização da imagem. O artigo aborda obras icônicas como A Dança, A Alegria de Viver e os recortes de Jazz, além de sua produção tardia marcada pela doença. Um estudo crítico sobre como Matisse redefiniu os fundamentos da pintura e influenciou a linguagem visual do século XX. Marisa Melo apresenta uma leitura direta e estruturada da obra.

Marisa Melo
19 de abr.


SP-Arte 2026: números e mercado
A SP-Arte 2026 confirma o crescimento do mercado de arte brasileiro, com aumento do ticket médio, vendas em dólar e forte presença de galerias consolidadas. O evento revela um colecionador mais exigente, atento à trajetória dos artistas e à consistência das obras. Mais do que números, a feira evidencia como o mercado opera, quais linguagens estão sendo valorizadas e o que define uma carreira sólida no circuito contemporâneo.

Marisa Melo
14 de abr.


Sertão como identidade
Reflexão sobre o sertão como identidade cultural e força criativa. O texto discute como a região nordestina foi historicamente reduzida a estereótipos de escassez e sofrimento, ignorando sua riqueza simbólica, artística e humana. Ao abordar pertencimento, resistência e produção cultural, propõe uma nova leitura do sertão como espaço de potência, invenção e construção de identidade no cenário contemporâneo brasileiro.

Andrea Mariano
11 de abr.


O Deslocamento de Escala no Mercado de Arte
O mercado de arte em 2026 revela uma mudança de escala que redefine a forma de comprar, colecionar e circular obras. O crescimento das obras em pequeno formato, aliado à expansão das vendas online e à valorização de técnicas como gravura, desenho e aquarela, indica um reposicionamento estrutural. Ao mesmo tempo, o mercado se distribui globalmente, com novos polos surgindo fora do eixo tradicional, ampliando o acesso e diversificando o perfil do colecionador contemporâneo.

Marisa Melo
10 de abr.
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