top of page
marisa melo

marisa melo
EDITORIAL


Até onde a família define quem somos? Dovunque Al Mondo
Dovunque Al Mondo, obra de Júlia Dalcastagné apresentada na exposição individual Estranhas Familiaridades, na UP Time Art Gallery, investiga identidade, relações familiares e as expectativas criadas pela semelhança entre pessoas de uma mesma família. Neste ensaio crítico, Marisa Melo analisa o corpo com duas cabeças, os grandes olhos característicos da artista e a estranheza que define sua pesquisa pictórica contemporânea.
25 de ago.


Júlia d’Paula e a pintura dos ipês
A série de ipês de Júlia d’Paula amplia uma pesquisa iniciada ainda nos primeiros anos de sua trajetória. A partir do realismo, a jovem artista tocantinense investiga a estrutura das árvores, as variações cromáticas das florações, luz, volume e composição. O artigo analisa como o retorno ao ipê pode contribuir para o desenvolvimento de uma linguagem pictórica própria e para a continuidade de sua pesquisa sobre a natureza brasileira.
22 de ago.


A Arte não se vende barato. Quem se vende É o artista sem posicionamento.
Como definir o valor de uma obra de arte sem comprometer o posicionamento do artista? Lenny Hipólito aborda precificação, trajetória, pesquisa, autoridade e percepção de valor no mercado de arte, analisando como escolhas comerciais, comunicação e posicionamento profissional interferem na forma como a produção artística é apresentada, percebida e adquirida por colecionadores e investidores.
20 de ago.


Por que os colecionadores estão voltando aos ateliês?
Colecionadores de arte estão visitando mais ateliês de artistas, mesmo com o crescimento das redes sociais e das negociações digitais. A experiência presencial permite conhecer obras, estudos e pesquisas, observar materiais, escala e processos de criação, além de compreender melhor o desenvolvimento de uma trajetória artística. Dados da Art Basel e UBS mostram o crescimento dessas visitas e ajudam a entender o comportamento do colecionador no mercado de arte contemporânea.
13 de ago.


Uma conversa com Mônica Ruggiero, sobre o modo como uma linguagem visual se consolida por meio da pesquisa, da continuidade e da construção de um repertório próprio
Nesta entrevista, Mônica Ruggiero compartilha o percurso que consolidou sua linguagem artística, refletindo sobre a relação entre Arquitetura e Artes Visuais, a construção de uma pesquisa autoral e o desenvolvimento da série Ancestralidade. A artista aborda seu processo criativo, a importância do desenho, do caderno de artista e da investigação contínua como fundamentos da pintura contemporânea, revelando como autonomia, método e pesquisa estruturam sua produção visual.
6 de ago.


A Questão que Organiza a Obra
O artista conhece realmente o propósito de sua obra? A partir de uma reflexão inspirada por Nietzsche, este artigo investiga como recorrências visuais, escolhas formais e questões persistentes revelam caminhos que muitas vezes antecedem a consciência do próprio artista. Entre filosofia, prática artística e análise de trajetória, o texto propõe uma leitura da produção como campo de investigação contínua, onde algumas perguntas permanecem ativas durante toda uma vida de trabalh
30 de jul.
Exposição em cartaz
Estranhas Familiaridades
Artista: Julia Dalcastagné
Curadoria: Marisa Melo
Realização: UP Time Art Gallery
Abertura: 15/08/2026


o artista por trás da obra
entrevistas sobre processos, escolhas e caminhos
Conversas exclusivas com criadores para entender como eles planejam e executam suas obras de arte.
newsletter
Textos, exposições e análises que chegam primeiro por aqui
INSCREVER
bottom of page