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PEQUENAS VERDADES INVISIVEIS
O que o olhar ainda pode ver, reflexão sobre o poder da atenção e o papel do olhar na arte contemporânea. Entre filosofia e criação, o ensaio investiga como o ver se torna forma de pensar, explorando o intervalo entre observação e compreensão. Um texto que aproxima a experiência estética da lucidez e do tempo, propondo um modo mais consciente de olhar o real.

Marisa Melo
15 de nov. de 2025


TARDE DEMAIS É UMA HORA MORTA
Tarde demais é uma hora morta” é um ensaio sobre o tempo e os afetos que não podem ser adiados. Vivemos como se houvesse sempre um depois, mas amores, perdões e presenças têm prazo de validade. O texto reflete sobre a urgência de dizer, cuidar e demonstrar antes que seja tarde, quando nada mais floresce. Um convite a viver sem colecionar omissões, reconhecendo que o tempo é critério e que certas palavras precisam ser ditas agora.

Marisa Melo
7 de nov. de 2025


O DIREITO DE NÃO CABER NA IMAGEM
Análise da obra The Firmament, de Toyin Ojih Odutola, a partir de uma leitura crítica sobre identidade, representação e imagem. O texto discute como o retrato contemporâneo pode recusar rótulos culturais, evitar simplificações visuais e afirmar a identidade como construção complexa, formada por escolhas, camadas e interpretações ao longo do tempo. Uma reflexão sobre arte contemporânea, retrato e cultura visual.

Marisa Melo
25 de out. de 2025


PALETAS DE COR: O QUE USAR SEM DATAR O AMBIENTE
As paletas de cor do ano revelam tendências que traduzem o espírito de cada época, mas aplicar essas escolhas em interiores exige equilíbrio. Este ensaio analisa a trajetória das cores de 2020 a 2025, das tonalidades profundas às nuances suaves de pêssego, azul petróleo e verde musgo, mostrando como os neutros funcionam como base para estabilizar o vibrante. Uma reflexão crítica sobre como usar a cor sem datar os ambientes, unindo estética e durabilidade.

Marisa Melo
18 de out. de 2025


2025: A VIRADA PARA UM MERCADO MAIS SELETIVO
O ano de 2025 marca uma mudança clara no mercado de arte, que passa a operar com critérios mais seletivos, atenção às trajetórias e valorização da consistência artística. O texto analisa como artistas, galerias e instituições precisam repensar estratégias, abandonar excessos e compreender melhor o funcionamento do sistema da arte. Uma reflexão crítica sobre escolhas, posicionamento, profissionalização e o impacto dessas transformações na cena contemporânea.

Marisa Melo
17 de out. de 2025


JEAN-BAPTISTE DEBRET | PASSAPORTE PARA A IMORTALIDADE
Texto da coluna Passaporte para a Imortalidade, assinado por Marisa Melo, dedicado à trajetória e à obra de Jean-Baptiste Debret. O ensaio analisa sua formação neoclássica na França, a vinda ao Brasil com a Missão Artística Francesa em 1816 e sua atuação na construção da cultura visual do período imperial. A partir de obras como Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil e Um jantar brasileiro, o texto discute o papel de Debret como registrador da vida urbana, da corte e da escra

Marisa Melo
10 de out. de 2025


O CONTEMPORÂNEO E O ANACRONISMO
Texto crítico sobre contemporaneidade e anacronismo na arte, partindo do pensamento de Giorgio Agamben e da pintura metafísica de Giorgio de Chirico. A reflexão analisa como certas obras permanecem ativas no olhar justamente por não se ajustarem completamente ao próprio tempo histórico. O ensaio aborda duração da imagem, temporalidade na pintura, repetição visual na arte contemporânea e sobrevivência das formas a partir das ideias de Georges Didi-Huberman.

Marisa Melo
10 de out. de 2025


JÚLIA DALCASTAGNÉ - INDIVIDUAL EM SÃO PAULO
Júlia Dalcastagné, artista natural de Florianópolis, apresenta sua primeira exposição individual em São Paulo e fala sobre a experiência em entrevista exclusiva. Formada em Artes Visuais pela UDESC e com especialização em ilustração e quadrinhos na Scuola Mohole, em Milão, Júlia transita entre pintura, escultura, arte digital e quadrinhos feitos com caneta bic. Sua obra combina intensidade cromática, humor crítico e referências de infância, consolidando uma trajetória em expa

Marisa Melo
8 de out. de 2025


O PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO | NIETZSCHE, DELEUZE E A CRIAÇÃO COMO FORÇA
Inspirado em Nietzsche e Deleuze, este ensaio reflete sobre a arte como força vital e potência de criação. A obra deixa de representar e passa a gerar pensamento. Criar é afirmar a vida, transformar o caos em forma e o pensamento em energia. A arte se torna o espaço onde existir é resistir.

Marisa Melo
3 de out. de 2025


O QUE MUDA NO MERCADO BRASILEIRO DEPOIS DA BIENAL
Este texto analisa o papel da Bienal de São Paulo como força estruturante do sistema artístico brasileiro. Mais do que um evento expositivo, a Bienal atua como dispositivo que reorganiza o mercado de arte, influencia galerias e colecionadores, orienta pautas institucionais e impacta a formação do público e da educação artística. Ao discutir seus efeitos sobre legitimação, circulação e debate crítico, o ensaio mostra como cada edição redefine critérios e projeta novos rumos pa

Marisa Melo
2 de out. de 2025
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