top of page
.png)
Buscar


Paletas de cor: o que usar sem datar o ambiente
As paletas de cor do ano revelam tendências que traduzem o espírito de cada época, mas aplicar essas escolhas em interiores exige equilíbrio. Este ensaio analisa a trajetória das cores de 2020 a 2025, das tonalidades profundas às nuances suaves de pêssego, azul petróleo e verde musgo, mostrando como os neutros funcionam como base para estabilizar o vibrante. Uma reflexão crítica sobre como usar a cor sem datar os ambientes, unindo estética e durabilidade.
18 de out. de 2025


2025: A Virada para um Mercado de Arte Mais Seletivo
O ano de 2025 marca uma mudança clara no mercado de arte, que passa a operar com critérios mais seletivos, atenção às trajetórias e valorização da consistência artística. O texto analisa como artistas, galerias e instituições precisam repensar estratégias, abandonar excessos e compreender melhor o funcionamento do sistema da arte. Uma reflexão crítica sobre escolhas, posicionamento, profissionalização e o impacto dessas transformações na cena contemporânea.
17 de out. de 2025


Jean-Baptiste Debret e o desenho do Brasil que aprendemos a ver
Texto da coluna Passaporte para a Imortalidade, assinado por Marisa Melo, dedicado à trajetória e à obra de Jean-Baptiste Debret. O ensaio analisa sua formação neoclássica na França, a vinda ao Brasil com a Missão Artística Francesa em 1816 e sua atuação na construção da cultura visual do período imperial. A partir de obras como Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil e Um jantar brasileiro, o texto discute o papel de Debret como registrador da vida urbana, da corte e da escra
10 de out. de 2025


O Contemporâneo e o Anacronismo
O ensaio “O Contemporâneo e o Anacronismo” propõe uma reflexão sobre a arte como experiência temporal descontínua. Inspirado em Benjamin, Agamben e Didi-Huberman, o texto aborda o contemporâneo como um estado anacrônico, no qual o passado ressurge no presente e reconfigura nossa percepção de tempo, imagem e história.
10 de out. de 2025


A beleza como forma perdida
Em um tempo em que a funcionalidade domina e a pressa molda a criação, este ensaio reflete sobre a perda da beleza nas obras humanas. Entre filosofia e arte, o texto analisa como a estética moderna se afastou da harmonia e da contemplação, substituindo o gesto criador por repetição e ruído. Marisa Melo propõe uma leitura crítica da ausência de beleza como sintoma espiritual e cultural do nosso tempo.
9 de out. de 2025


Júlia Dalcastagné - Primeira individual em São Paulo
Júlia Dalcastagné, artista natural de Florianópolis, apresenta sua primeira exposição individual em São Paulo e fala sobre a experiência em entrevista exclusiva. Formada em Artes Visuais pela UDESC e com especialização em ilustração e quadrinhos na Scuola Mohole, em Milão, Júlia transita entre pintura, escultura, arte digital e quadrinhos feitos com caneta bic. Sua obra combina intensidade cromática, humor crítico e referências de infância, consolidando uma trajetória em expa
8 de out. de 2025


O Pensamento Contemporâneo: Nietzsche, Deleuze e a criação como força
Inspirado em Nietzsche e Deleuze, este ensaio reflete sobre a arte como força vital e potência de criação. A obra deixa de representar e passa a gerar pensamento. Criar é afirmar a vida, transformar o caos em forma e o pensamento em energia. A arte se torna o espaço onde existir é resistir.
3 de out. de 2025
bottom of page
