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Jean-Baptiste Debret e o desenho do Brasil que aprendemos a ver
Texto da coluna Passaporte para a Imortalidade, assinado por Marisa Melo, dedicado à trajetória e à obra de Jean-Baptiste Debret. O ensaio analisa sua formação neoclássica na França, a vinda ao Brasil com a Missão Artística Francesa em 1816 e sua atuação na construção da cultura visual do período imperial. A partir de obras como Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil e Um jantar brasileiro, o texto discute o papel de Debret como registrador da vida urbana, da corte e da escra
10 de out. de 2025


O Contemporâneo e o Anacronismo
O ensaio “O Contemporâneo e o Anacronismo” propõe uma reflexão sobre a arte como experiência temporal descontínua. Inspirado em Benjamin, Agamben e Didi-Huberman, o texto aborda o contemporâneo como um estado anacrônico, no qual o passado ressurge no presente e reconfigura nossa percepção de tempo, imagem e história.
10 de out. de 2025


A beleza como forma perdida: o esgotamento estético das criações humanas
Em um tempo em que a funcionalidade domina e a pressa molda a criação, este ensaio reflete sobre a perda da beleza nas obras humanas. Entre filosofia e arte, o texto analisa como a estética moderna se afastou da harmonia e da contemplação, substituindo o gesto criador por repetição e ruído. Marisa Melo propõe uma leitura crítica da ausência de beleza como sintoma espiritual e cultural do nosso tempo.
9 de out. de 2025


Júlia Dalcastagné - Primeira individual em São Paulo
Júlia Dalcastagné, artista natural de Florianópolis, apresenta sua primeira exposição individual em São Paulo e fala sobre a experiência em entrevista exclusiva. Formada em Artes Visuais pela UDESC e com especialização em ilustração e quadrinhos na Scuola Mohole, em Milão, Júlia transita entre pintura, escultura, arte digital e quadrinhos feitos com caneta bic. Sua obra combina intensidade cromática, humor crítico e referências de infância, consolidando uma trajetória em expa
8 de out. de 2025


O Pensamento Contemporâneo: Nietzsche, Deleuze e a criação como força
Inspirado em Nietzsche e Deleuze, este ensaio reflete sobre a arte como força vital e potência de criação. A obra deixa de representar e passa a gerar pensamento. Criar é afirmar a vida, transformar o caos em forma e o pensamento em energia. A arte se torna o espaço onde existir é resistir.
3 de out. de 2025
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