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O Belo como Verdade: Platão e a arte como caminho para o conhecimento
Platão via no Belo uma forma de verdade. Este texto reflete sobre a beleza como caminho filosófico e como a arte contemporânea continua a expressar o desejo de compreender o real. Criar e contemplar tornam-se gestos de conhecimento. O Belo, longe de ser adorno, é o que revela o essencial, o que transforma o olhar em consciência.
2 de set. de 2025


A última carta
Em A Última Carta, Marisa Melo constrói um texto de natureza ensaística que reflete sobre despedida, tempo e elaboração do fim. A escrita articula imagem, pensamento e experiência, evitando sentimentalismos e conduzindo o leitor por um território onde palavra e arte se aproximam como forma de elaboração crítica. O texto integra a linha autoral de Recortes Contemporâneos, afirmando a escrita como campo de reflexão estética e intelectual no contexto da arte contemporânea.
18 de ago. de 2025


O erro como forma
O texto reflete sobre o erro não como falha a ser corrigida, mas como parte constitutiva do processo criativo e da construção de linguagem. Ao deslocar a ideia de acerto, a escrita propõe o erro como campo de descoberta, risco e elaboração formal. Entre tentativa, desvio e ajuste, o ensaio discute como a forma nasce também do que escapa ao controle, revelando um pensamento que se constrói no fazer, na fricção entre intenção e resultado, especialmente no contexto da arte conte
16 de ago. de 2025


Releitura: o que se renova quando o olhar retorna
No texto Releitura, o que se renova quando o olhar retorna, Marisa Melo reflete sobre o gesto de revisitar imagens, obras e ideias a partir do tempo presente. A releitura surge como exercício crítico, capaz de atualizar sentidos sem apagar a origem, revelando como o olhar se transforma com a experiência, o repertório e o contexto. Inserido na série Recortes Contemporâneos, o artigo articula arte, pensamento e tempo, propondo uma leitura clara e direta sobre continuidade, revi
15 de ago. de 2025


Quero ser todo esse sangue que transborda sem coagular
Nesta crônica, o texto reflete sobre a recusa da contenção emocional e a escolha por viver a intensidade sem anestesia. Entre dor, desejo, apego e exposição, a escrita questiona a lógica social que exige controle, equilíbrio e fechamento rápido das feridas. Ao afirmar o direito de sentir até o fim, o texto propõe uma leitura sobre coragem, vulnerabilidade e a dignidade de permanecer aberto ao que pulsa, mesmo quando isso exige enfrentar desconforto, excesso e risco.
15 de ago. de 2025


Como escolher arte para a casa sem virar catálogo de tendência
Escolher arte para a casa vai além de seguir tendências ou repetir fórmulas decorativas. Neste texto, Marisa Melo propõe um olhar mais crítico e pessoal sobre a relação entre obra, espaço e quem habita o ambiente. A partir de experiência no mercado de arte e na curadoria, o artigo discute critérios práticos, escolhas conscientes e a importância de construir um acervo que dialogue com o cotidiano, evitando soluções genéricas e catálogos prontos. Um guia direto para quem deseja
6 de ago. de 2025


Tudo o que rasga sem sangrar
Crônica de Marisa Melo sobre dores silenciosas, encerramentos íntimos e cortes que não fazem cena. O texto reflete sobre desistências discretas, relações que se desfazem sem conflito e decisões tomadas no silêncio do corpo. Uma escrita firme sobre maturidade emocional, dignidade no recuo e a força de seguir em pé depois do que não sangra, mas transforma.
5 de ago. de 2025
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