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Iberê Camargo e o peso da pintura | Passaporte para a Imortalidade
Texto da coluna Passaporte para a Imortalidade, assinado por Marisa Melo, dedicado à trajetória e à obra de Iberê Camargo. O ensaio analisa sua pintura como exercício extremo de rigor formal, destacando a passagem da paisagem inicial para as séries dos carretéis e dos ciclistas, onde gesto, repetição e matéria ganham centralidade. O texto aborda Iberê como um dos grandes pintores brasileiros do século XX, cuja obra se sustenta pela insistência pictórica, pelo esgotamento da f
17 de set. de 2025


Aterrar: Dani Xavier
Ensaio crítico sobre a série Aterrar, de Dani Xavier, que pensa a pintura a partir da repetição do gesto e da construção paciente da superfície. O texto integra reflexão filosófica ao fluxo da escrita para discutir acrílica sobre papel, economia cromática em tons terrosos e o tempo do fazer como elemento central da imagem. A série propõe uma experiência de aproximação com a pintura, baseada na constância, na matéria e na atenção às pequenas diferenças, dentro da coluna Artigo
17 de set. de 2025


O Belo como Verdade: Platão e a arte como caminho para o conhecimento
Platão via no Belo uma forma de verdade. Este texto reflete sobre a beleza como caminho filosófico e como a arte contemporânea continua a expressar o desejo de compreender o real. Criar e contemplar tornam-se gestos de conhecimento. O Belo, longe de ser adorno, é o que revela o essencial, o que transforma o olhar em consciência.
2 de set. de 2025


A última carta
Em A Última Carta, Marisa Melo constrói um texto de natureza ensaística que reflete sobre despedida, tempo e elaboração do fim. A escrita articula imagem, pensamento e experiência, evitando sentimentalismos e conduzindo o leitor por um território onde palavra e arte se aproximam como forma de elaboração crítica. O texto integra a linha autoral de Recortes Contemporâneos, afirmando a escrita como campo de reflexão estética e intelectual no contexto da arte contemporânea.
18 de ago. de 2025


O erro como forma
O texto reflete sobre o erro não como falha a ser corrigida, mas como parte constitutiva do processo criativo e da construção de linguagem. Ao deslocar a ideia de acerto, a escrita propõe o erro como campo de descoberta, risco e elaboração formal. Entre tentativa, desvio e ajuste, o ensaio discute como a forma nasce também do que escapa ao controle, revelando um pensamento que se constrói no fazer, na fricção entre intenção e resultado, especialmente no contexto da arte conte
16 de ago. de 2025
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