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Como encontrar um tema sem cair em clichês
Este texto orienta artistas a encontrar um tema de pesquisa sem recorrer a clichês ou discursos prontos. Ao diferenciar assunto de investigação, propõe transformar experiências pessoais em linguagem estética consistente e compartilhável. O ensaio aborda ainda como escrever sobre a própria obra com clareza, evitando jargões do mercado, e defende o tema como eixo de coerência, capaz de sustentar portfólio, amadurecimento artístico e decisões conscientes ao longo da carreira.
15 de jul. de 2025


Morrer é certo, o resto não
A experiência marcada pela finitude, pela ausência de controle e pela consciência inevitável da morte. O texto aborda tempo, pressa, perda e a exaustão de viver sob uma sentença silenciosa, questionando a romantização do fim e afirmando a insistência em viver como gesto humano, mesmo diante da precariedade e da ironia da existência.
11 de jul. de 2025


O que Acontece Quando a Arte é Feita para Agradar?
Quando a arte passa a existir apenas para agradar, perde fricção, risco e densidade. Este texto analisa o limite entre diálogo e concessão, mostrando como o desejo de aceitação, seja do mercado, do público ou das tendências, pode domesticar a linguagem artística. A partir de uma leitura crítica do processo criativo, discute-se autonomia, coerência, repetição de fórmulas e o papel do conflito como motor da criação contemporânea, sob um olhar curatorial atento às armadilhas do
5 de jul. de 2025


Cristina Bernardini e os bastidores da curadoria
Cristina Bernardini é uma das curadoras brasileiras ativa no cenário internacional. Nesta entrevista conduzida por Marisa Melo, ela fala sobre sua atuação à frente da Dama Art Gallery, da Bienal de Arte Sacra e do Prémio Dama de Ouro, refletindo sobre curadoria, profissionalização artística e inserção global. Uma leitura direta sobre os bastidores de quem constrói caminhos reais para artistas no exterior.
3 de jul. de 2025


Quando a pintura cria sua própria língua | O léxico de Mônica Ruggiero
Este texto reflete sobre o conceito de léxico nas artes visuais, entendendo a linguagem do artista como um sistema construído por repetições, variações e escolhas formais ao longo do tempo. A partir de referências da filosofia e da história da arte, o ensaio analisa como o léxico organiza sentidos, cria coerência e sustenta a identidade visual de uma obra. O texto se aprofunda no percurso de Mônica Ruggiero, mostrando como seu repertório formal opera como gramática viva, capa
1 de jul. de 2025


Cicatriz sem nome
Sobre dores invisíveis, marcas que não sangram e rupturas internas que se instalam em silêncio. O texto aborda abandono, ausência e sobrevivência. Uma reflexão sobre aquilo que pesa sem aparecer e sobre a palavra como forma de não desaparecer.
25 de jun. de 2025


Cicatriz sem nome
Texto poético de Marisa Melo sobre dores invisíveis, feridas que não sangram e aprendizados silenciosos. Uma escrita íntima que aborda cicatrizes emocionais, ausências, rupturas internas e a habilidade de seguir funcionando mesmo quando algo se quebra por dentro. A palavra surge como gesto de sobrevivência e elaboração, não como alívio fácil, mas como forma lenta de recomposição. Um texto sobre resistir, escrever e existir sem alarde, com lucidez e entrega.
25 de jun. de 2025
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