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Gavetas que não se abrem sozinhas
Abrir cartas antigas, mexer em memórias e lidar com lembranças esquecidas exige mais do que coragem: requer maturidade emocional e lucidez. Esta crônica aborda o equilíbrio necessário para revisitar o passado sem perder o eixo do presente, refletindo sobre o valor do que se viveu, do que foi interrompido e da força que nasce ao compreender o que já não volta. Um texto para quem entende que memória também é matéria viva.
3 de ago. de 2025


O ateliê como espaço filosófico
Este texto propõe uma reflexão sobre o ateliê como espaço de pensamento, experiência e elaboração. Mais do que lugar de produção, o ateliê aparece como território onde o artista testa ideias, lida com o erro, negocia com o tempo e transforma matéria em linguagem. Entre gesto e reflexão, o ensaio aproxima arte e filosofia a partir do fazer cotidiano, entendendo a criação como uma forma de pensar com o corpo e com o mundo.
3 de ago. de 2025


Mesa Improvável
E se Vinícius de Moraes, Clarice Lispector, João Gilberto, Tom Jobim, Toquinho, Herbert Viana e Mario Quintana se reunissem numa madrugada de verão? Esta crônica imagina o encontro impossível desses ícones da música e da literatura brasileiras, numa mesa de bar onde silêncio, poesia e afeto dividem espaço com copos e ideias. Uma noite fictícia que poderia ter sido real.
31 de jul. de 2025


A história da arte como fundamento
A compreensão da arte moderna e contemporânea passa, necessariamente, pelo entendimento da arte clássica e de seus fundamentos. Este texto percorre a tradição ocidental, da Grécia e Roma ao Renascimento, do Impressionismo às vanguardas do século XX, analisando como proporção, forma, corpo e espaço foram tensionados, negados e reinventados. Um percurso crítico que mostra como o passado permanece ativo na construção do olhar contemporâneo.
25 de jul. de 2025


A ocasião faz a oportunidade, o ladrão já nasce feito.
Crônica de Marisa Melo sobre Machado de Assis e sua visão rigorosa da natureza humana. O texto analisa a lucidez do escritor ao desmontar a ideia de que o meio justifica o caráter, destacando sua ironia, clareza moral e atualidade. Uma leitura crítica sobre responsabilidade individual, oportunismo e a força de uma literatura que expõe sem consolar.
20 de jul. de 2025


Mentir dá trabalho, mas rende prestígio
Crônica de Marisa Melo que parte de Macunaíma, de Mário de Andrade, para refletir sobre a naturalização da mentira na vida contemporânea. O texto analisa como a falsidade deixou de ser falha moral para se tornar estratégia social, premiada em ambientes onde aparência e conveniência valem mais que verdade. Um ensaio crítico sobre narrativa, cinismo e coragem ética.
20 de jul. de 2025


Tentativas de Humanidade
Crônica de Marisa Melo sobre cansaço emocional, cuidado cotidiano e pequenas escolhas que sustentam a humanidade em tempos dispersos. O texto reflete sobre gestos simples, atenção verdadeira e a resistência silenciosa de quem insiste em não se afastar, mesmo cansado. Uma escrita sensível e direta sobre como o cuidado, ainda que invisível, mantém os vínculos possíveis.
18 de jul. de 2025
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