top of page
Buscar


Morrer é certo, o resto não
A experiência marcada pela finitude, pela ausência de controle e pela consciência inevitável da morte. O texto aborda tempo, pressa, perda e a exaustão de viver sob uma sentença silenciosa, questionando a romantização do fim e afirmando a insistência em viver como gesto humano, mesmo diante da precariedade e da ironia da existência.

Marisa Melo
11 de jul. de 2025


Cristina Bernardini e os bastidores da curadoria
Cristina Bernardini é uma das curadoras brasileiras ativa no cenário internacional. Nesta entrevista conduzida por Marisa Melo, ela fala sobre sua atuação à frente da Dama Art Gallery, da Bienal de Arte Sacra e do Prémio Dama de Ouro, refletindo sobre curadoria, profissionalização artística e inserção global. Uma leitura direta sobre os bastidores de quem constrói caminhos reais para artistas no exterior.

Marisa Melo
3 de jul. de 2025


Quando a pintura cria sua própria língua | O léxico de Mônica Ruggiero
Este texto reflete sobre o conceito de léxico nas artes visuais, entendendo a linguagem do artista como um sistema construído por repetições, variações e escolhas formais ao longo do tempo. A partir de referências da filosofia e da história da arte, o ensaio analisa como o léxico organiza sentidos, cria coerência e sustenta a identidade visual de uma obra. O texto se aprofunda no percurso de Mônica Ruggiero, mostrando como seu repertório formal opera como gramática viva, capa

Marisa Melo
1 de jul. de 2025


Cicatriz sem nome
Sobre dores invisíveis, marcas que não sangram e rupturas internas que se instalam em silêncio. O texto aborda abandono, ausência e sobrevivência. Uma reflexão sobre aquilo que pesa sem aparecer e sobre a palavra como forma de não desaparecer.

Marisa Melo
25 de jun. de 2025


Cicatriz sem nome
Texto poético de Marisa Melo sobre dores invisíveis, feridas que não sangram e aprendizados silenciosos. Uma escrita íntima que aborda cicatrizes emocionais, ausências, rupturas internas e a habilidade de seguir funcionando mesmo quando algo se quebra por dentro. A palavra surge como gesto de sobrevivência e elaboração, não como alívio fácil, mas como forma lenta de recomposição. Um texto sobre resistir, escrever e existir sem alarde, com lucidez e entrega.

Marisa Melo
25 de jun. de 2025


A relação da literatura com as artes visuais | Recortes Contemporâneos
O texto investiga a relação histórica e contemporânea entre literatura e artes visuais, partindo do pensamento de Martin Heidegger sobre linguagem e ser. Analisa como palavra e imagem se cruzam do período medieval às práticas artísticas atuais, discutindo tensões, aproximações e estratégias de integração entre texto e visualidade. A reflexão aborda arte contemporânea, experiência estética, leitura crítica e o papel da palavra como elemento ativo na construção do pensamento vi

Marisa Melo
20 de jun. de 2025


Mark Rothko e a arquitetura da cor
No texto dedicado a Riotto, Marisa Melo apresenta uma leitura crítica que situa o artista dentro de um recorte histórico e estético, destacando escolhas de linguagem, procedimentos e o modo como a obra se organiza entre forma, gesto e construção de imagem. Integrando a série Passaporte para a Imortalidade, o artigo propõe uma aproximação direta com o trabalho, apontando referências, contexto e chaves de leitura para entender sua relevância na história da arte e no debate cont

Marisa Melo
18 de jun. de 2025


O vazio vem polido
Crônica autoral de Marisa Melo sobre a superficialidade das relações contemporâneas, onde a gentileza vira estratégia e o afeto se apresenta sem envolvimento real. O texto reflete sobre vínculos polidos, empatia performática e o vazio emocional disfarçado de equilíbrio, questionando até que ponto ainda sustentamos relações verdadeiras no cotidiano.

Marisa Melo
2 de jun. de 2025


Rossana Covarrubias, tessituras
Ensaio crítico sobre a pintura de Rossana Covarrubias, artista chilena radicada no Brasil, cuja obra figurativa se constrói a partir do fazer manual, da atenção ao cotidiano e do uso de materiais como fios, folhas secas e relevo. O texto analisa a relação entre experiência vivida, tempo de trabalho e imagem, com leitura das obras Árvore da Vida e Refúgio, apresentadas na exposição De Onde Eu Vim: Reconstruindo Memórias, Recriando Caminhos, na UP Time Art Gallery.

Marisa Melo
2 de jun. de 2025


Célio Amorth: Fragmento
Texto crítico sobre a pintura de Celio Amorth, artista brasileiro nascido em 1996, cuja obra se constrói a partir da instabilidade do gesto e da recusa da imagem fechada. O texto analisa sua formação no fotorrealismo, o deslocamento para o figurativo contemporâneo e a construção de uma linguagem baseada na contenção, no fragmento e na economia formal. A leitura das obras Toque e Autorretrato: Célio I evidencia uma pintura que preserva o instante, negocia com a história da art

Marisa Melo
26 de mai. de 2025
bottom of page
.png)