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Releitura: o que se renova quando o olhar retorna
No texto Releitura, o que se renova quando o olhar retorna, Marisa Melo reflete sobre o gesto de revisitar imagens, obras e ideias a partir do tempo presente. A releitura surge como exercício crítico, capaz de atualizar sentidos sem apagar a origem, revelando como o olhar se transforma com a experiência, o repertório e o contexto. Inserido na série Recortes Contemporâneos, o artigo articula arte, pensamento e tempo, propondo uma leitura clara e direta sobre continuidade, revi
15 de ago. de 2025


Quero ser todo esse sangue que transborda sem coagular
Nesta crônica, o texto reflete sobre a recusa da contenção emocional e a escolha por viver a intensidade sem anestesia. Entre dor, desejo, apego e exposição, a escrita questiona a lógica social que exige controle, equilíbrio e fechamento rápido das feridas. Ao afirmar o direito de sentir até o fim, o texto propõe uma leitura sobre coragem, vulnerabilidade e a dignidade de permanecer aberto ao que pulsa, mesmo quando isso exige enfrentar desconforto, excesso e risco.
15 de ago. de 2025


Como escolher arte para a casa sem virar catálogo de tendência
Escolher arte para a casa vai além de seguir tendências ou repetir fórmulas decorativas. Neste texto, Marisa Melo propõe um olhar mais crítico e pessoal sobre a relação entre obra, espaço e quem habita o ambiente. A partir de experiência no mercado de arte e na curadoria, o artigo discute critérios práticos, escolhas conscientes e a importância de construir um acervo que dialogue com o cotidiano, evitando soluções genéricas e catálogos prontos. Um guia direto para quem deseja
6 de ago. de 2025


Tudo o que rasga sem sangrar
Crônica de Marisa Melo sobre dores silenciosas, encerramentos íntimos e cortes que não fazem cena. O texto reflete sobre desistências discretas, relações que se desfazem sem conflito e decisões tomadas no silêncio do corpo. Uma escrita firme sobre maturidade emocional, dignidade no recuo e a força de seguir em pé depois do que não sangra, mas transforma.
5 de ago. de 2025


Gavetas que não se abrem sozinhas
Abrir cartas antigas, mexer em memórias e lidar com lembranças esquecidas exige mais do que coragem: requer maturidade emocional e lucidez. Esta crônica aborda o equilíbrio necessário para revisitar o passado sem perder o eixo do presente, refletindo sobre o valor do que se viveu, do que foi interrompido e da força que nasce ao compreender o que já não volta. Um texto para quem entende que memória também é matéria viva.
3 de ago. de 2025
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