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A relação da literatura com as artes visuais | Recortes Contemporâneos
O texto investiga a relação histórica e contemporânea entre literatura e artes visuais, partindo do pensamento de Martin Heidegger sobre linguagem e ser. Analisa como palavra e imagem se cruzam do período medieval às práticas artísticas atuais, discutindo tensões, aproximações e estratégias de integração entre texto e visualidade. A reflexão aborda arte contemporânea, experiência estética, leitura crítica e o papel da palavra como elemento ativo na construção do pensamento vi
20 de jun. de 2025


Mark Rothko e a arquitetura da cor
No texto dedicado a Riotto, Marisa Melo apresenta uma leitura crítica que situa o artista dentro de um recorte histórico e estético, destacando escolhas de linguagem, procedimentos e o modo como a obra se organiza entre forma, gesto e construção de imagem. Integrando a série Passaporte para a Imortalidade, o artigo propõe uma aproximação direta com o trabalho, apontando referências, contexto e chaves de leitura para entender sua relevância na história da arte e no debate cont
18 de jun. de 2025


O vazio vem polido
Crônica autoral de Marisa Melo sobre a superficialidade das relações contemporâneas, onde a gentileza vira estratégia e o afeto se apresenta sem envolvimento real. O texto reflete sobre vínculos polidos, empatia performática e o vazio emocional disfarçado de equilíbrio, questionando até que ponto ainda sustentamos relações verdadeiras no cotidiano.
2 de jun. de 2025


Rossana Covarrubias, tessituras
Ensaio crítico sobre a pintura de Rossana Covarrubias, artista chilena radicada no Brasil, cuja obra figurativa se constrói a partir do fazer manual, da atenção ao cotidiano e do uso de materiais como fios, folhas secas e relevo. O texto analisa a relação entre experiência vivida, tempo de trabalho e imagem, com leitura das obras Árvore da Vida e Refúgio, apresentadas na exposição De Onde Eu Vim: Reconstruindo Memórias, Recriando Caminhos, na UP Time Art Gallery.
2 de jun. de 2025


Célio Amorth: Fragmento
Texto crítico sobre a pintura de Celio Amorth, artista brasileiro nascido em 1996, cuja obra se constrói a partir da instabilidade do gesto e da recusa da imagem fechada. O texto analisa sua formação no fotorrealismo, o deslocamento para o figurativo contemporâneo e a construção de uma linguagem baseada na contenção, no fragmento e na economia formal. A leitura das obras Toque e Autorretrato: Célio I evidencia uma pintura que preserva o instante, negocia com a história da art
26 de mai. de 2025


Fui tantas, escrevi todas
Crônica de Marisa Melo sobre as múltiplas versões que compõem uma vida. O texto reflete sobre mudança, amadurecimento e escrita como forma de registrar o percurso sem negar o que já foi vivido. Uma leitura sensível e firme sobre identidade, escolhas e a liberdade de se transformar sem constrangimento, entendendo cada fase como parte de um mesmo acervo pessoal.
25 de mai. de 2025


Mariluz Gallegos Zumaeta: elegância entre formas e culturas
Mariluz Gallegos Zumaeta é uma designer peruana que transforma interiores em narrativas visuais. Com formação clássica e raízes pré-incaicas, sua obra une elegância europeia à alma latino-americana. Fundadora da Spazio e Stile, representa marcas italianas consagradas no Peru, como Cattelan e Arredo3. Seu design celebra o tempo, os materiais nobres e a identidade como linguagem estética.
6 de mai. de 2025
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