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As cartas que sobram em mim
Texto autoral de Marisa Melo sobre ética, desgaste e sobrevivência emocional em um mundo de jogos desiguais. A escrita confronta rótulos, perdas e julgamentos sofridos por quem escolhe jogar limpo, sem ingenuidade tardia. Entre blefes alheios, traições e vitórias minimizadas, o texto afirma uma decisão clara: seguir na mesa por si, com lucidez e critério. Um poema direto sobre limites, escolhas e dignidade pessoal.

Marisa Melo
20 de mar. de 2025


Conceito de referencialidade | obras de Mazé Andrade
Ensaio crítico sobre arte contemporânea e processos criativos ancorados na experiência interna, a partir do pensamento de Joseph Beuys. O texto investiga produções que não se estruturam por representação ou discurso, mas pela materialidade do gesto, da cor e da memória não assimilada. Com foco no trabalho de Mazé Andrade e nos projetos Mata Atlântica e Amazônia, aborda referencialidade interna, pintura contemporânea, técnica como sustentação sensível e a arte como elaboração

Marisa Melo
20 de mar. de 2025


Me Sinta Mais
Poema autoral de Marisa Melo sobre identidade, sensibilidade e a recusa em ser reduzida à explicação. Um texto que afirma o direito ao mistério, às entrelinhas e às camadas que não cabem em lógica. A escrita propõe outra forma de aproximação, menos interpretativa e mais afetiva, onde sentir importa mais do que decifrar. Uma reflexão poética sobre limites, delicadeza, autonomia e a força de existir sem concessões.

Marisa Melo
5 de mar. de 2025


Quando o amor nos rasga e revela
Texto poético de Marisa Melo sobre o amor como experiência que dói e amplia. A escrita aborda a dor afetiva não como ruptura, mas como expansão da percepção, do cuidado e da sensibilidade diante do outro e do mundo. Amar aparece como força que educa o olhar, aprofunda a escuta e revela uma dimensão mais humana e generosa da existência. Um poema sobre vulnerabilidade, empatia e a potência transformadora do amor.

Marisa Melo
2 de fev. de 2025


Karla Lessa, a prática da liberdade
Carioca, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ, Karla é uma artista plural, que abraça a liberdade como eixo central de sua expressão criativa. Seu processo é marcado pela experimentação de técnicas, materiais e linguagens, permitindo que cada obra reflita tanto sua personalidade quanto a mensagem que deseja transmitir. Transitando entre a abstração geométrica e o cubismo, Karla também se destacou pelo domínio da técnica em nanquim, explorando nuances que dialogam com su

Marisa Melo
28 de jan. de 2025


A escrita também é parte da obra
O texto curatorial ainda ocupa um lugar central no sistema da arte porque organiza a leitura, situa a obra no tempo e constrói sua inserção pública. Mais do que explicar, a escrita crítica estabelece relações, evidencia continuidades e assume posição diante da produção artística. Em um cenário marcado pela velocidade e pela saturação de imagens, o texto curatorial permanece como espaço de pensamento, responsabilidade crítica e construção de sentido para a obra e para a trajet

Marisa Melo
1 de jan. de 2025


O que não está na moda: Apostar em Artistas Fora do Radar
Análise de Marisa Melo sobre artistas fora do radar e a importância de olhar além da visibilidade imediata no mercado de arte. O texto discute ciclos, tendências e a diferença entre reconhecimento institucional e consistência de linguagem. Apostar em artistas ainda não legitimados aparece como gesto crítico, curatorial e colecionável, capaz de construir futuro e não apenas repetir validações já estabelecidas. Um convite a formar olhar, assumir risco e investir em percursos só

Marisa Melo
10 de dez. de 2024


Quem forma o olhar do colecionador
Reflexão de Marisa Melo sobre a formação do olhar do colecionador de arte e o papel da curadoria, do tempo e da experiência nesse processo. O texto discute a diferença entre acumular obras e construir uma coleção como pensamento em movimento. Formar o olhar exige convivência, erro, revisão de critérios e autonomia diante do mercado. Colecionar deixa de ser consumo e passa a ser linguagem, construída por escolhas conscientes e relações duradouras com a arte.

Marisa Melo
5 de nov. de 2024


Fernando Botero | Passaporte para a Imortalidade
No texto dedicado a Fernando Botero, Marisa Melo analisa a trajetória de um dos artistas mais reconhecidos da arte latino-americana, conhecido pela construção de uma linguagem própria, marcada pela expansão das formas e pela precisão técnica. O artigo discute como volume, desenho e ironia estruturam uma obra coerente e imediatamente identificável, sem reduções folclóricas. Integrando a série Passaporte para a Imortalidade, o texto situa Botero como figura central da arte do s

Marisa Melo
10 de out. de 2024


Disciplina e risco: o espaço da criação
Texto de Marisa Melo sobre o que significa tornar-se artista a partir da análise de Os Comedores de Batata (1885), de Van Gogh. O texto discute formação, persistência e construção de linguagem como processos contínuos, indo além de diplomas ou títulos. Ao relacionar trajetórias de Van Gogh, Cézanne e artistas modernos, reflete sobre disciplina, risco e pesquisa como fundamentos do fazer artístico. Ser artista surge como trabalho de vida inteira, inscrito na coerência entre pe

Marisa Melo
10 de out. de 2024
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