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A arte é o everest do artista
Ensaio de Marisa Melo sobre a criação artística como necessidade vital, a partir da célebre frase de George Mallory sobre o Everest. O texto reflete sobre arte, autenticidade e gesto criador, contrapondo valor simbólico e valor de mercado. A arte surge como linguagem de urgência, capaz de transmitir intensidade, provocar debate e nomear emoções que escapam à razão. Criar não aparece como escolha, mas como condição de existência.

Marisa Melo
1 de out. de 2024


Arte é trabalho
Reflexão de Marisa Melo sobre a profissionalização do artista e a necessidade de tratar a arte como ofício. O texto aborda precificação justa, contratos, organização administrativa e postura ética como partes indissociáveis da criação. Ao romper com a romantização do talento desvinculado da prática, defende que entender custos, valor simbólico e negociação amplia a autonomia do artista e garante a continuidade do trabalho. Criar é também sustentar o ofício com clareza e digni

Marisa Melo
8 de set. de 2024


A linguagem como destino: Guimarães Rosa e o sertão que nunca acaba
Ensaio de Marisa Melo sobre Grande Sertão: Veredas e a radicalidade literária de Guimarães Rosa. O texto analisa a linguagem como campo de invenção, risco e pensamento, afastando a obra de qualquer leitura regionalista. A narrativa de Riobaldo é lida como travessia ética, filosófica e linguística, em que escrever não reproduz o mundo, mas o reorganiza. Uma reflexão sobre literatura, linguagem e a exigência de ler sem atalhos.

Marisa Melo
1 de set. de 2024


Como Construir uma Carreira Artística sem se Perder nas Redes Sociais
Reflexão de Marisa Melo sobre o tempo do artista na era das redes sociais e o conflito entre criação profunda e lógica de visibilidade. O texto analisa os riscos de medir valor artístico por métricas digitais e propõe caminhos para uma presença online coerente com a linguagem de cada artista. Entre silêncio, processo e curadoria de si, a arte aparece como gesto que resiste ao ruído e preserva a integridade do ofício no presente.
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Marisa Melo
5 de ago. de 2024


Um percurso dos movimentos artísticos no ocidente
Panorama crítico sobre a história da arte do Renascimento à contemporaneidade, com foco na imagem como forma de pensamento. O texto percorre grandes movimentos e artistas, de Leonardo, Michelangelo e Caravaggio a Picasso, Duchamp e Pollock, articulando rupturas formais, mudanças de linguagem e contextos históricos. Ao chegar ao Brasil, analisa a construção de uma linguagem própria em nomes como Lygia Clark, Hélio Oiticica, Rosana Paulino, Adriana Varejão e Jaider Esbell, most

Marisa Melo
1 de ago. de 2024


Arte e guerra: quando a estética reage ao colapso
Reflexão de Marisa Melo sobre o tempo do artista na era das redes sociais e o conflito entre criação profunda e lógica de visibilidade. O texto analisa os riscos de medir valor artístico por métricas digitais e propõe caminhos para uma presença online coerente com a linguagem de cada artista. Entre silêncio, processo e curadoria de si, a arte aparece como gesto que resiste ao ruído e preserva a integridade do ofício no presente.

Marisa Melo
7 de jul. de 2024


Eu Rezo para os Meus Artistas
Texto de l Marisa Melo sobre espiritualidade, compaixão e cuidado com artistas acompanhados em seus percursos criativos. A reflexão une ensinamentos de Jesus, Santo Antônio e Buda como pilares éticos e filosóficos, sem dogma, para sustentar coragem, saúde emocional e persistência no fazer artístico. Um olhar sensível sobre fé como prática de apoio, autoconhecimento e resistência à comparação, valorizando o processo, a evolução pessoal e o cuidado consigo.

Marisa Melo
3 de jul. de 2024


Tarsila do Amaral | Passaporte para a Imortalidade
Texto crítico sobre Tarsila do Amaral, abordando sua trajetória artística, formação europeia e papel central no modernismo brasileiro. A partir de obras como A Negra, Abaporu e Operários, o ensaio analisa a construção de uma linguagem visual própria, marcada pela cor, pela síntese formal e pela elaboração de uma ideia de Brasil moderno. O texto contextualiza sua produção entre vanguarda, identidade cultural e leitura social, situando Tarsila como figura fundamental da arte do

Marisa Melo
3 de jun. de 2024


Di Cavalcanti | Passaporte para a Imortalidade
Texto crítico da coluna Passaporte para a Imortalidade, assinado por Marisa Melo, dedicado à trajetória e ao estilo de Emiliano Di Cavalcanti. O ensaio analisa sua atuação no modernismo brasileiro, sua participação na Semana de 1922 e a construção de uma linguagem pictórica marcada pela cor, pelo traço vigoroso e pelos temas populares. Ao abordar obras emblemáticas e seu engajamento social, o texto posiciona Di Cavalcanti como figura central da arte brasileira do século XX.

Marisa Melo
3 de fev. de 2024


Édouard Manet
Édouard Manet ocupa um lugar decisivo na história da arte ao deslocar a tradição para o presente. Formado no rigor clássico, ele transformou a pintura ao trazer a vida moderna para o centro da tela, recusando idealizações e confrontando o olhar do espectador. Suas obras reorganizam a relação entre forma, superfície e tempo, inaugurando um novo modo de pintar o agora e garantindo a Manet um lugar permanente no pensamento artístico contemporâneo.

Marisa Melo
20 de jan. de 2024
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