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É da dor que escrevo
Crônica autoral de Marisa Melo sobre escrever a partir da dor, da ausência e do luto. O texto reflete sobre a escrita como lugar de revelação, onde a tristeza oferece matéria, ritmo e verdade. Uma leitura íntima e contundente sobre por que a dor aprofunda o olhar, enquanto a euforia passa rápido demais para se transformar em palavra.
2 de abr. de 2025


Aos 50 o jogo muda
Reflexão autoral de Marisa Melo sobre maturidade, integridade e o prazer de envelhecer com clareza. Um texto direto sobre despir camadas, abandonar defesas e assumir escolhas com autonomia. Aos cinquenta, o jogo muda, não por falta de fôlego, mas por precisão. Entre erros, aprendizados e afetos mais sólidos, a maturidade aparece como estratégia, sensualidade e liberdade. Envelhecer surge aqui como privilégio, afirmação e construção consciente de quem se é, sem pedir licença.
1 de abr. de 2025


As cartas que sobram em mim
Texto autoral de Marisa Melo sobre ética, desgaste e sobrevivência emocional em um mundo de jogos desiguais. A escrita confronta rótulos, perdas e julgamentos sofridos por quem escolhe jogar limpo, sem ingenuidade tardia. Entre blefes alheios, traições e vitórias minimizadas, o texto afirma uma decisão clara: seguir na mesa por si, com lucidez e critério. Um poema direto sobre limites, escolhas e dignidade pessoal.
20 de mar. de 2025


Conceito de referencialidade | obras de Mazé Andrade
Ensaio crítico sobre arte contemporânea e processos criativos ancorados na experiência interna, a partir do pensamento de Joseph Beuys. O texto investiga produções que não se estruturam por representação ou discurso, mas pela materialidade do gesto, da cor e da memória não assimilada. Com foco no trabalho de Mazé Andrade e nos projetos Mata Atlântica e Amazônia, aborda referencialidade interna, pintura contemporânea, técnica como sustentação sensível e a arte como elaboração
20 de mar. de 2025


Me Sinta Mais
Poema autoral de Marisa Melo sobre identidade, sensibilidade e a recusa em ser reduzida à explicação. Um texto que afirma o direito ao mistério, às entrelinhas e às camadas que não cabem em lógica. A escrita propõe outra forma de aproximação, menos interpretativa e mais afetiva, onde sentir importa mais do que decifrar. Uma reflexão poética sobre limites, delicadeza, autonomia e a força de existir sem concessões.
5 de mar. de 2025


Quando o amor nos rasga e revela
Texto poético de Marisa Melo sobre o amor como experiência que dói e amplia. A escrita aborda a dor afetiva não como ruptura, mas como expansão da percepção, do cuidado e da sensibilidade diante do outro e do mundo. Amar aparece como força que educa o olhar, aprofunda a escuta e revela uma dimensão mais humana e generosa da existência. Um poema sobre vulnerabilidade, empatia e a potência transformadora do amor.
2 de fev. de 2025


Karla Lessa, a prática da liberdade
Carioca, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ, Karla é uma artista plural, que abraça a liberdade como eixo central de sua expressão criativa. Seu processo é marcado pela experimentação de técnicas, materiais e linguagens, permitindo que cada obra reflita tanto sua personalidade quanto a mensagem que deseja transmitir. Transitando entre a abstração geométrica e o cubismo, Karla também se destacou pelo domínio da técnica em nanquim, explorando nuances que dialogam com su
28 de jan. de 2025
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