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O que não está na moda: Apostar em Artistas Fora do Radar
Análise de Marisa Melo sobre artistas fora do radar e a importância de olhar além da visibilidade imediata no mercado de arte. O texto discute ciclos, tendências e a diferença entre reconhecimento institucional e consistência de linguagem. Apostar em artistas ainda não legitimados aparece como gesto crítico, curatorial e colecionável, capaz de construir futuro e não apenas repetir validações já estabelecidas. Um convite a formar olhar, assumir risco e investir em percursos só
10 de dez. de 2024


Quem forma o olhar do colecionador
Reflexão de Marisa Melo sobre a formação do olhar do colecionador de arte e o papel da curadoria, do tempo e da experiência nesse processo. O texto discute a diferença entre acumular obras e construir uma coleção como pensamento em movimento. Formar o olhar exige convivência, erro, revisão de critérios e autonomia diante do mercado. Colecionar deixa de ser consumo e passa a ser linguagem, construída por escolhas conscientes e relações duradouras com a arte.
5 de nov. de 2024


Fernando Botero | Passaporte para a Imortalidade
No texto dedicado a Fernando Botero, Marisa Melo analisa a trajetória de um dos artistas mais reconhecidos da arte latino-americana, conhecido pela construção de uma linguagem própria, marcada pela expansão das formas e pela precisão técnica. O artigo discute como volume, desenho e ironia estruturam uma obra coerente e imediatamente identificável, sem reduções folclóricas. Integrando a série Passaporte para a Imortalidade, o texto situa Botero como figura central da arte do s
10 de out. de 2024


Disciplina e risco: o espaço da criação
Texto de Marisa Melo sobre o que significa tornar-se artista a partir da análise de Os Comedores de Batata (1885), de Van Gogh. O texto discute formação, persistência e construção de linguagem como processos contínuos, indo além de diplomas ou títulos. Ao relacionar trajetórias de Van Gogh, Cézanne e artistas modernos, reflete sobre disciplina, risco e pesquisa como fundamentos do fazer artístico. Ser artista surge como trabalho de vida inteira, inscrito na coerência entre pe
10 de out. de 2024


A arte é o everest do artista
Ensaio de Marisa Melo sobre a criação artística como necessidade vital, a partir da célebre frase de George Mallory sobre o Everest. O texto reflete sobre arte, autenticidade e gesto criador, contrapondo valor simbólico e valor de mercado. A arte surge como linguagem de urgência, capaz de transmitir intensidade, provocar debate e nomear emoções que escapam à razão. Criar não aparece como escolha, mas como condição de existência.
1 de out. de 2024


Arte é trabalho
Reflexão de Marisa Melo sobre a profissionalização do artista e a necessidade de tratar a arte como ofício. O texto aborda precificação justa, contratos, organização administrativa e postura ética como partes indissociáveis da criação. Ao romper com a romantização do talento desvinculado da prática, defende que entender custos, valor simbólico e negociação amplia a autonomia do artista e garante a continuidade do trabalho. Criar é também sustentar o ofício com clareza e digni
8 de set. de 2024


A linguagem como destino: Guimarães Rosa e o sertão que nunca acaba
Ensaio de Marisa Melo sobre Grande Sertão: Veredas e a radicalidade literária de Guimarães Rosa. O texto analisa a linguagem como campo de invenção, risco e pensamento, afastando a obra de qualquer leitura regionalista. A narrativa de Riobaldo é lida como travessia ética, filosófica e linguística, em que escrever não reproduz o mundo, mas o reorganiza. Uma reflexão sobre literatura, linguagem e a exigência de ler sem atalhos.
1 de set. de 2024
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