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Arte e guerra: quando a estética reage ao colapso
Ensaio crítico sobre a relação entre guerra, política e arte, analisando como a produção artística reage a contextos de violência e colapso ético. A partir de Carl von Clausewitz, Goya, Picasso, Walter Benjamin e Theodor Adorno, o texto discute a arte como denúncia, resistência e responsabilidade histórica. Aborda guerras passadas e atuais, trauma, linguagem, memória e o papel da arte diante da banalização da violência no mundo contemporâneo.
3 de abr. de 2025


É da dor que escrevo
Crônica autoral de Marisa Melo sobre escrever a partir da dor, da ausência e do luto. O texto reflete sobre a escrita como lugar de revelação, onde a tristeza oferece matéria, ritmo e verdade. Uma leitura íntima e contundente sobre por que a dor aprofunda o olhar, enquanto a euforia passa rápido demais para se transformar em palavra.
2 de abr. de 2025


Aos 50 o jogo muda
Reflexão autoral de Marisa Melo sobre maturidade, integridade e o prazer de envelhecer com clareza. Um texto direto sobre despir camadas, abandonar defesas e assumir escolhas com autonomia. Aos cinquenta, o jogo muda, não por falta de fôlego, mas por precisão. Entre erros, aprendizados e afetos mais sólidos, a maturidade aparece como estratégia, sensualidade e liberdade. Envelhecer surge aqui como privilégio, afirmação e construção consciente de quem se é, sem pedir licença.
1 de abr. de 2025


As cartas que sobram em mim
Texto autoral de Marisa Melo sobre ética, desgaste e sobrevivência emocional em um mundo de jogos desiguais. A escrita confronta rótulos, perdas e julgamentos sofridos por quem escolhe jogar limpo, sem ingenuidade tardia. Entre blefes alheios, traições e vitórias minimizadas, o texto afirma uma decisão clara: seguir na mesa por si, com lucidez e critério. Um poema direto sobre limites, escolhas e dignidade pessoal.
20 de mar. de 2025


Conceito de referencialidade | obras de Mazé Andrade
Ensaio crítico sobre arte contemporânea e processos criativos ancorados na experiência interna, a partir do pensamento de Joseph Beuys. O texto investiga produções que não se estruturam por representação ou discurso, mas pela materialidade do gesto, da cor e da memória não assimilada. Com foco no trabalho de Mazé Andrade e nos projetos Mata Atlântica e Amazônia, aborda referencialidade interna, pintura contemporânea, técnica como sustentação sensível e a arte como elaboração
20 de mar. de 2025
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