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O PROPÓSITO DO ARTISTA: PERGUNTAS QUE REVELAM CAMINHOS
Quais perguntas um artista deve fazer a si mesmo para descobrir o propósito de sua obra? Este texto apresenta reflexões fundamentais sobre mensagem, narrativa, estilo, inspiração e biografia como guias de um percurso artístico consistente. Mais do que técnica, a arte se consolida quando há intenção clara e uma voz singular capaz de conectar obras, espaço expositivo e público. Leia no blogMarisamelo e descubra como responder às questões que fortalecem sua trajetória.

Marisa Melo
11 de jan.


TEMPO E VALOR NA ARTE CONTEMPORÂNEA
Neste artigo, Marisa Melo analisa como consistência, tempo e coerência de percurso passaram a reorganizar os critérios de valor na arte contemporânea. O texto discute a perda de força da validação imediata, a importância da recorrência, a leitura prolongada das trajetórias e o papel do tempo como elemento central na construção de valor no sistema da arte, envolvendo artistas, galerias e colecionadores.

Marisa Melo
11 de jan.


2026: O MERCADO DE ARTE DEPOIS DO EXCESSO
O mercado de arte em 2026 entra em um ciclo de revisão estrutural, marcado por maior rigor crítico, reposicionamento das galerias, amadurecimento do colecionador e exigência de consistência nas trajetórias artísticas. O texto analisa as mudanças nas dinâmicas de validação, no papel das feiras, na profissionalização do digital e na crescente responsabilidade ética que passa a orientar decisões, relações e valores no sistema da arte contemporânea.

Marisa Melo
5 de jan.


O QUE NÃO CABE NA FICHA TÉCNICA
Texto autoral de Marisa Melo sobre tudo aquilo que não aparece na ficha técnica de uma obra. A escrita revela o lado invisível do processo artístico, o medo, o cansaço, as pausas forçadas, as perdas, a coragem de recomeçar. Entre vida cotidiana e criação, o texto afirma que medidas e técnicas não dão conta da experiência real de produzir arte. Um olhar honesto sobre o fazer artístico, onde a obra carrega marcas de vida, mesmo quando isso não está escrito.

Marisa Melo
20 de dez. de 2025


LYGIA PEPE E O GESTO QUE ORGANIZA O ESPAÇO
No texto dedicado a Lygia Pape, Marisa Melo revisita a trajetória de uma das artistas centrais da arte brasileira do século XX. A partir de uma leitura clara e articulada, o artigo aborda sua atuação no neoconcretismo, o rigor formal de suas experiências visuais e a expansão de sua linguagem para além dos limites tradicionais da obra. Integrando a série Passaporte para a Imortalidade, o texto situa Lygia Pape como figura decisiva na construção de um pensamento artístico exper

Marisa Melo
18 de dez. de 2025


O QUE É REAL QUANDO A ARTE PENSA
O texto investiga a noção de real na arte contemporânea a partir da relação entre imagem, pensamento e experiência. Em um tempo marcado pela saturação visual e pela instabilidade das narrativas, a arte surge como campo crítico capaz de tensionar certezas e reorganizar percepções. A reflexão percorre questões centrais da estética contemporânea, analisando como artistas constroem imagens que não representam o mundo de forma direta, mas propõem outras formas de entendimento do r

Marisa Melo
17 de dez. de 2025


ROBERTO BURLE MARX | PASSAPORTE PARA A IMORTALIDADE
No texto dedicado a Roberto Burle Marx, Marisa Melo revisita a trajetória de um dos principais nomes da arte e do paisagismo moderno no Brasil. A partir de uma leitura crítica e histórica, o artigo aborda a amplitude de sua produção, que articula pintura, jardim, arquitetura e pensamento visual. Inserido na série Passaporte para a Imortalidade, o texto reflete sobre legado, invenção e permanência simbólica, situando Burle Marx como figura central da cultura brasileira e da ar

Marisa Melo
11 de dez. de 2025


CURADORIA E CURADOR
Texto crítico sobre curadoria e curador na arte contemporânea, analisando o excesso de discurso nas exposições, o papel do espaço expositivo e a construção visual da montagem. A reflexão aborda a relação entre obra, texto curatorial e experiência do espectador, discutindo como a curadoria contemporânea muitas vezes reduz a autonomia da imagem. Referências a Harald Szeemann ajudam a pensar a exposição como experiência espacial e visual dentro do circuito da arte contemporânea.

Marisa Melo
2 de dez. de 2025


QUANDO RECUSAR UMA EXPOSIÇÃO
Este texto orienta artistas a decidir quando recusar uma exposição sem comprometer trajetória e linguagem. A partir de critérios como tempo disponível, orçamento realista, coerência de pesquisa, contrato e possíveis desdobramentos, o ensaio mostra como o “não” pode proteger agenda, portfólio e energia criativa. Recusar propostas desalinhadas evita projetos frágeis, preserva reputação e abre espaço para oportunidades mais consistentes ao longo da carreira.

Marisa Melo
1 de dez. de 2025


CIRLETE KNUPP: CICLOS DO OLHAR, RESPIRAÇÃO DA MATÉRIA
Cirlete Knupp constrói uma pintura marcada por ciclos, matéria e ritmo interno. Sua trajetória une disciplina, pesquisa e sensibilidade, resultando em obras de técnica mista que exploram relevos, camadas, luz e contraste. A artista desenvolve uma linguagem consistente ao longo de mais de vinte anos, articulando natureza, textura e gesto com profundidade. Este ensaio apresenta sua formação, seu percurso e a força estética que define sua produção.

Marisa Melo
29 de nov. de 2025
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