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Roberto Burle Marx | Passaporte para a Imortalidade
No texto dedicado a Roberto Burle Marx, Marisa Melo revisita a trajetória de um dos principais nomes da arte e do paisagismo moderno no Brasil. A partir de uma leitura crítica e histórica, o artigo aborda a amplitude de sua produção, que articula pintura, jardim, arquitetura e pensamento visual. Inserido na série Passaporte para a Imortalidade, o texto reflete sobre legado, invenção e permanência simbólica, situando Burle Marx como figura central da cultura brasileira e da ar
11 de dez. de 2025


Curadoria e Curador
Reflexão crítica sobre critérios curatoriais na arte contemporânea, este texto analisa a diferença entre intenção e consistência na obra artística. A partir de Jean-Luc Nancy, discute coerência de linguagem, maturidade de percurso, construção de portfólio e responsabilidade do artista diante do sistema da arte. Aborda seleção curatorial, ética do ofício, leitura de contexto institucional e o valor de uma prática visual rigorosa, capaz de sustentar discurso, forma e pensamento
2 de dez. de 2025


Quando recusar uma exposição
Este texto orienta artistas a decidir quando recusar uma exposição sem comprometer trajetória e linguagem. A partir de critérios como tempo disponível, orçamento realista, coerência de pesquisa, contrato e possíveis desdobramentos, o ensaio mostra como o “não” pode proteger agenda, portfólio e energia criativa. Recusar propostas desalinhadas evita projetos frágeis, preserva reputação e abre espaço para oportunidades mais consistentes ao longo da carreira.
1 de dez. de 2025


Cirlete Knupp: ciclos do olhar, respiração da matéria
Cirlete Knupp constrói uma pintura marcada por ciclos, matéria e ritmo interno. Sua trajetória une disciplina, pesquisa e sensibilidade, resultando em obras de técnica mista que exploram relevos, camadas, luz e contraste. A artista desenvolve uma linguagem consistente ao longo de mais de vinte anos, articulando natureza, textura e gesto com profundidade. Este ensaio apresenta sua formação, seu percurso e a força estética que define sua produção.
29 de nov. de 2025


Pequenas verdades Invisiveis
O que o olhar ainda pode ver, reflexão sobre o poder da atenção e o papel do olhar na arte contemporânea. Entre filosofia e criação, o ensaio investiga como o ver se torna forma de pensar, explorando o intervalo entre observação e compreensão. Um texto que aproxima a experiência estética da lucidez e do tempo, propondo um modo mais consciente de olhar o real.
15 de nov. de 2025


Tarde demais, é uma hora morta
Tarde demais é uma hora morta” é um ensaio sobre o tempo e os afetos que não podem ser adiados. Vivemos como se houvesse sempre um depois, mas amores, perdões e presenças têm prazo de validade. O texto reflete sobre a urgência de dizer, cuidar e demonstrar antes que seja tarde, quando nada mais floresce. Um convite a viver sem colecionar omissões, reconhecendo que o tempo é critério e que certas palavras precisam ser ditas agora.
7 de nov. de 2025


Arte e Identidade sem Folclorização
Análise da obra The Firmament, de Toyin Ojih Odutola, a partir de uma leitura crítica sobre identidade, representação e imagem. O texto discute como o retrato contemporâneo pode recusar rótulos culturais, evitar simplificações visuais e afirmar a identidade como construção complexa, formada por escolhas, camadas e interpretações ao longo do tempo. Uma reflexão sobre arte contemporânea, retrato e cultura visual.
25 de out. de 2025
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