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marisa melo

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EDITORIAL


Iolanda Delpupo e a construção de uma nova iconografia para a menstruação
Iolanda Delpupo investiga a menstruação na arte contemporânea por meio de pinturas que relacionam ciclo menstrual, fertilidade, nascimento e infância. Brasileira radicada na Itália, a artista incorpora flores, árvores, gestantes, crianças e o próprio sangue menstrual às obras, construindo uma iconografia que amplia a representação da experiência feminina e aborda um tema historicamente pouco explorado nas artes visuais.
há 5 dias


A geometria do fio: a produção têxtil de Frida Bell
A produção têxtil de Frida Bell reúne geometria, cor e matéria em tapeçarias desenvolvidas ao longo de mais de uma década. Neste ensaio crítico, Marisa Melo analisa as relações entre formas geométricas, intensidade cromática e diferentes tratamentos do fio, situando a pesquisa da artista no contexto da crescente valorização da arte têxtil contemporânea.
6 de set.


Miró e a permanência do moderno num circuito voltado ao contemporâneo
A exposição Miró: Mestre das Formas, no MAB FAAP, em São Paulo, apresenta 140 obras de Joan Miró e propõe um reencontro com um dos grandes nomes da arte moderna. A mostra abre espaço para uma reflexão sobre a permanência do modernismo europeu na programação cultural brasileira, a formação do repertório artístico do público e os caminhos que aproximam a história da arte das questões e linguagens encontradas na produção contemporânea.
5 de set.


Sua galeria representa você ou trabalha a sua carreira?
A representação de um artista por uma galeria envolve muito mais do que vendas e participação em exposições. A partir de trinta anos de experiência no mercado de arte, Marisa Melo analisa o trabalho diário por trás da construção de uma carreira, os critérios para escolher artistas, a importância do posicionamento no mercado e os riscos da busca por resultados imediatos. Uma reflexão sobre o que artistas e galerias precisam considerar antes de iniciar uma relação profissional.
1 de set.


Quem decide o que é arte? SP-Arte Rotas 2026
Quem decide o que é arte? A partir da SP-Arte Rotas 2026, a curadora Marisa Melo analisa como artistas, galerias, curadores, instituições, críticos e colecionadores participam da construção de reconhecimento na arte contemporânea. O artigo discute Marcel Duchamp, formação do olhar, repertório, legitimação, mercado de arte e os critérios necessários para avaliar uma obra além da preferência pessoal.
31 de ago.


Até onde a família define quem somos? Dovunque Al Mondo
Dovunque Al Mondo, obra de Júlia Dalcastagné apresentada na exposição individual Estranhas Familiaridades, na UP Time Art Gallery, investiga identidade, relações familiares e as expectativas criadas pela semelhança entre pessoas de uma mesma família. Neste ensaio crítico, Marisa Melo analisa o corpo com duas cabeças, os grandes olhos característicos da artista e a estranheza que define sua pesquisa pictórica contemporânea.
25 de ago.


Júlia d’Paula e a pintura dos ipês
A série de ipês de Júlia d’Paula amplia uma pesquisa iniciada ainda nos primeiros anos de sua trajetória. A partir do realismo, a jovem artista tocantinense investiga a estrutura das árvores, as variações cromáticas das florações, luz, volume e composição. O artigo analisa como o retorno ao ipê pode contribuir para o desenvolvimento de uma linguagem pictórica própria e para a continuidade de sua pesquisa sobre a natureza brasileira.
22 de ago.


A Arte não se vende barato. Quem se vende É o artista sem posicionamento.
Como definir o valor de uma obra de arte sem comprometer o posicionamento do artista? Lenny Hipólito aborda precificação, trajetória, pesquisa, autoridade e percepção de valor no mercado de arte, analisando como escolhas comerciais, comunicação e posicionamento profissional interferem na forma como a produção artística é apresentada, percebida e adquirida por colecionadores e investidores.
20 de ago.


Por que os colecionadores estão voltando aos ateliês?
Colecionadores de arte estão visitando mais ateliês de artistas, mesmo com o crescimento das redes sociais e das negociações digitais. A experiência presencial permite conhecer obras, estudos e pesquisas, observar materiais, escala e processos de criação, além de compreender melhor o desenvolvimento de uma trajetória artística. Dados da Art Basel e UBS mostram o crescimento dessas visitas e ajudam a entender o comportamento do colecionador no mercado de arte contemporânea.
13 de ago.


A Coragem de ser quem é
Neste artigo, Andrea Mariano reflete sobre a coragem de permanecer fiel à própria identidade e às próprias convicções, mesmo diante das críticas e das expectativas externas. A autora aborda os desafios enfrentados por quem escolhe criar, defende a importância do discernimento diante das opiniões e destaca o papel da orientação qualificada na preservação da identidade artística e na construção de uma trajetória consistente.
26 de jul.


Lenny Hipólito no Modernos Eternos|bh 2026
Lenny Hipólito apresenta a mostra Inventário e Vestígio no Modernos Eternos BH 2026, evento que reúne arquitetura, design e arte contemporânea na centenária Escola Estadual Pedro II, em Belo Horizonte. Com curadoria de Marisa Melo, a mostra reúne pinturas em óleo sobre tela desenvolvidas por meio do pontilhismo para investigar a memória sensorial, propondo uma reflexão sobre os registros que visão, tato, olfato, audição e paladar acumulam ao longo da vida.
29 de jun.


As Histórias que herdamos: Como as memórias moldam nossa identidade
As histórias de família desempenham um papel fundamental na construção da identidade individual e coletiva. Por meio da oralidade, lembranças, experiências e valores atravessam gerações, preservando memórias que ajudam a compreender origens, trajetórias e pertencimentos. Este artigo reflete sobre a importância da transmissão de histórias familiares, o papel da escuta na formação da memória e a escrita como instrumento de preservação de legados afetivos e culturais.
24 de jun.


Quando recusar uma exposição
Quando recusar uma exposição é uma decisão tão importante quanto aceitar uma oportunidade. Artistas visuais precisam avaliar tempo disponível, orçamento, contrato, coerência curatorial, público e possíveis desdobramentos antes de assumir um compromisso expositivo. Uma escolha estratégica protege o portfólio, fortalece a reputação profissional e contribui para a construção de uma carreira no mercado de arte. Entenda quais critérios considerar para decidir quando dizer não e pr
23 de jun.


O artista e o mercado
A cultura representa entre 2,5% e 2,8% do PIB brasileiro, segundo o Observatório Itaú Cultural. Apesar disso, milhares de artistas ainda acreditam que não é possível viver de arte. O problema não está na falta de demanda, mas na ausência de estrutura, planejamento e estratégia de inserção.
8 de jun.


Legado e Influências de Magdalena Abakanowicz e Sheila Hicks
Magdalena Abakanowicz e Sheila Hicks estão entre os nomes mais importantes da arte têxtil contemporânea. Nascidas em contextos históricos distintos, transformaram fibras, tecidos e tramas em linguagens capazes de ocupar o espaço, dialogar com a arquitetura e ampliar os limites da escultura. Este artigo analisa suas trajetórias, principais obras e a influência exercida sobre a valorização da arte têxtil em museus, bienais e exposições internacionais.
27 de mai.


A sintaxe silente das formas
O que uma forma comunica quando deixa de representar algo reconhecível? Este ensaio investiga o papel da forma na escultura contemporânea e analisa como volumes, superfícies, vazios e relações espaciais continuam produzindo respostas no observador. Em um cenário marcado pela circulação acelerada de imagens, a escultura mantém uma experiência baseada no tempo, no deslocamento do corpo e na percepção do espaço.
24 de mai.


Nordeste: O que a região cria, conserva e leva para o mundo
O Nordeste brasileiro produz cultura, gastronomia, música, arte e literatura reconhecidas dentro e fora do país. Da xilogravura ao maracatu, da feira popular à arte contemporânea, a região preserva técnicas, saberes e modos de vida construídos ao longo de gerações. O texto analisa como o sertão, a memória coletiva, o trabalho artesanal e a produção cultural nordestina formam uma identidade sólida, ativa e ligada à história do Brasil.
16 de mai.


Paisagem para Monet | Maya Veronese
Texto crítico sobre a pintura de Maya Veronese, artista jovem já reconhecida por exposições e premiações. A obra apresenta uma paisagem construída por pinceladas abertas, cor intensa e matéria aparente, em diálogo com referências do impressionismo e da pintura de Claude Monet. Realizada após sua participação no Art Battle em Sydney, a tela revela uma relação direta com a construção da imagem, com destaque para o uso da cor, da luz e da movimentação da tinta sobre a superfície
2 de mai.


Identidade e autoria
A inteligência artificial recoloca em pauta uma questão antiga da arte, a autoria. Entre Walter Benjamin e Michel Foucault, o texto analisa como a produção por IA desloca a ideia de originalidade, intenção e assinatura. Em um cenário onde imagens podem ser geradas sem origem definida, o valor da obra retorna à decisão consciente do artista, à construção de linguagem e à singularidade do gesto.
23 de abr.


SP-Arte 2026: Número e mercado
A SP-Arte 2026 confirma o crescimento do mercado de arte brasileiro, com aumento do ticket médio, vendas em dólar e forte presença de galerias consolidadas. O evento revela um colecionador mais exigente, atento à trajetória dos artistas e à consistência das obras. Mais do que números, a feira evidencia como o mercado opera, quais linguagens estão sendo valorizadas e o que define uma carreira sólida no circuito contemporâneo.
14 de abr.
Exposição em cartaz
Estranhas Familiaridades
Artista: Julia Dalcastagné
Curadoria: Marisa Melo
Realização: UP Time Art Gallery
Abertura: 15/08/2026


o artista por trás da obra
entrevistas sobre processos, escolhas e caminhos
Conversas exclusivas com criadores para entender como eles planejam e executam suas obras de arte.
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