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marisa melo
Arte, cultura e literatura


O Contemporâneo e o Anacronismo
O anacronismo costuma ser tratado como um desvio cronológico, mas na arte pode constituir um recurso capaz de ampliar a permanência de uma obra. Este ensaio analisa essa hipótese a partir das reflexões de Giorgio Agamben sobre o contemporâneo e da pintura metafísica de Giorgio de Chirico. Ao investigar a relação entre cronologia, história e criação artística, o texto propõe uma leitura crítica sobre o papel do anacronismo na produção de imagens que continuam relevantes ao lon
Há alguns segundos


Lenny Hipólito no Modernos Eternos|bh 2026
Lenny Hipólito apresenta a mostra Inventário e Vestígio no Modernos Eternos BH 2026, evento que reúne arquitetura, design e arte contemporânea na centenária Escola Estadual Pedro II, em Belo Horizonte. Com curadoria de Marisa Melo, a mostra reúne pinturas em óleo sobre tela desenvolvidas por meio do pontilhismo para investigar a memória sensorial, propondo uma reflexão sobre os registros que visão, tato, olfato, audição e paladar acumulam ao longo da vida.
há 2 dias


Quando recusar uma exposição
Quando recusar uma exposição é uma decisão tão importante quanto aceitar uma oportunidade. Artistas visuais precisam avaliar tempo disponível, orçamento, contrato, coerência curatorial, público e possíveis desdobramentos antes de assumir um compromisso expositivo. Uma escolha estratégica protege o portfólio, fortalece a reputação profissional e contribui para a construção de uma carreira no mercado de arte. Entenda quais critérios considerar para decidir quando dizer não e pr
23 de jun.


O artista e o mercado
A cultura representa entre 2,5% e 2,8% do PIB brasileiro, segundo o Observatório Itaú Cultural. Apesar disso, milhares de artistas ainda acreditam que não é possível viver de arte. O problema não está na falta de demanda, mas na ausência de estrutura, planejamento e estratégia de inserção.
8 de jun.


O que fica quando a obra desaparece
A arte efêmera desafia tudo o que o mercado tradicional espera de uma obra: permanência, objeto, posse. Instalações desmontadas, performances únicas, trabalhos feitos de materiais que se dissolvem. O que fica quando a obra desaparece? Neste artigo, Marisa Melo analisa como artistas como Lygia Clark, Hélio Oiticica e Felix Gonzalez-Torres construíram legados sem depender do objeto permanente, e o que isso significa para colecionadores e artistas hoje.
5 de mai.


Identidade e autoria
A inteligência artificial recoloca em pauta uma questão antiga da arte, a autoria. Entre Walter Benjamin e Michel Foucault, o texto analisa como a produção por IA desloca a ideia de originalidade, intenção e assinatura. Em um cenário onde imagens podem ser geradas sem origem definida, o valor da obra retorna à decisão consciente do artista, à construção de linguagem e à singularidade do gesto.
23 de abr.


SP-Arte 2026: Número e mercado
A SP-Arte 2026 confirma o crescimento do mercado de arte brasileiro, com aumento do ticket médio, vendas em dólar e forte presença de galerias consolidadas. O evento revela um colecionador mais exigente, atento à trajetória dos artistas e à consistência das obras. Mais do que números, a feira evidencia como o mercado opera, quais linguagens estão sendo valorizadas e o que define uma carreira sólida no circuito contemporâneo.
14 de abr.


MANIFESTO DO ARTISTA ERUDITO
O Manifesto do Artista Erudito apresenta a arte como resultado de estudo, pesquisa, filosofia e construção de linguagem ao longo do tempo. O texto discute a diferença entre obra decorativa e obra erudita, o papel do artista como pensador e pesquisador e a importância do repertório intelectual para a construção de uma trajetória sólida no mercado de arte. Um posicionamento sobre legado, método, identidade artística e o valor da erudição na arte contemporânea.
4 de abr.


O colecionismo contemporâneo e a nova escala do acervo
O colecionismo está passando por uma transformação. Pequenos formatos, gravuras, fotografias, desenhos e obras sobre papel ganham espaço em um mercado cada vez mais acessível e diversificado. A ampliação do acesso à informação, o crescimento das plataformas digitais e a entrada de novos compradores modificam a forma como coleções são construídas. Entenda como essas mudanças estão redefinindo o mercado de arte e os hábitos de aquisição no século XXI.
26 de jan.


Certificação e Due Diligence: a importância da documentação no mercado de arte
A certificação e a due diligence desempenham papel fundamental no mercado de arte contemporâneo. Certificados de autenticidade, proveniência, histórico expositivo e documentação permitem verificar autoria, propriedade e trajetória das obras. Este artigo analisa como esses instrumentos contribuem para reduzir riscos, aumentar a transparência das negociações e fortalecer a circulação de obras em coleções, galerias, instituições e no mercado internacional.
16 de jan.


Pequenas verdades invisíveis
O que o olhar ainda pode ver, reflexão sobre o poder da atenção e o papel do olhar na arte contemporânea. Entre filosofia e criação, o ensaio investiga como o ver se torna forma de pensar, explorando o intervalo entre observação e compreensão. Um texto que aproxima a experiência estética da lucidez e do tempo, propondo um modo mais consciente de olhar o real.
15 de nov. de 2025


Cristina Bernardini e os bastidores da curadoria
Radicada em Portugal há mais de três décadas, Cristina Bernardini atua entre curadoria, gestão cultural e mercado de arte internacional. Proprietária da Dama Art Gallery e responsável pela Atlas Violeta, desenvolve projetos voltados à circulação de artistas brasileiros e lusófonos em feiras, exposições e premiações internacionais.
3 de jul. de 2025
o artista por trás da obra
entrevistas sobre processos, escolhas e caminhos
Conversas exclusivas com criadores para entender como eles planejam e executam suas obras de arte.
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