Um portfólio é sempre um recorte. A trajetória que o gerou excede o documento que a apresenta. Neste artigo, Marisa Melo explora o conceito de portfólio em movimento a partir de Aby Warburg e seu Bilderatlas Mnemosyne e do conceito de rizoma de Gilles Deleuze, investigando o que continua escapando à edição e por que o material descartado pelo artista frequentemente revela mais sobre a pesquisa do que o conjunto selecionado.