A inteligência artificial recoloca em pauta uma questão antiga da arte, a autoria. Entre Walter Benjamin e Michel Foucault, o texto analisa como a produção por IA desloca a ideia de originalidade, intenção e assinatura. Em um cenário onde imagens podem ser geradas sem origem definida, o valor da obra retorna à decisão consciente do artista, à construção de linguagem e à singularidade do gesto.