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Di Cavalcanti | Passaporte para a Imortalidade
Texto crítico da coluna Passaporte para a Imortalidade, assinado por Marisa Melo, dedicado à trajetória e ao estilo de Emiliano Di Cavalcanti. O ensaio analisa sua atuação no modernismo brasileiro, sua participação na Semana de 1922 e a construção de uma linguagem pictórica marcada pela cor, pelo traço vigoroso e pelos temas populares. Ao abordar obras emblemáticas e seu engajamento social, o texto posiciona Di Cavalcanti como figura central da arte brasileira do século XX.
3 de fev. de 2024


Édouard Manet
Édouard Manet ocupa um lugar decisivo na história da arte ao deslocar a tradição para o presente. Formado no rigor clássico, ele transformou a pintura ao trazer a vida moderna para o centro da tela, recusando idealizações e confrontando o olhar do espectador. Suas obras reorganizam a relação entre forma, superfície e tempo, inaugurando um novo modo de pintar o agora e garantindo a Manet um lugar permanente no pensamento artístico contemporâneo.
20 de jan. de 2024


A urgência mata a arte: é preciso tempo para decantar
Reflexão de Marisa Melo sobre o tempo da arte em um mundo acelerado. O texto discute a impossibilidade de compreender uma obra pela lógica do consumo rápido e defende a formação de um olhar crítico capaz de relacionar história, contexto e linguagem. A arte é apresentada como diálogo contínuo entre passado e presente, exigindo atenção, leitura e dedicação. Como curadora e mentora, Marisa destaca a importância de ensinar a ver além da superfície, compreendendo a arte como exper
1 de out. de 2023


Anita Malfatti
Anita Malfatti ocupa um lugar fundacional na história da arte brasileira por ter introduzido, de forma concreta, a ruptura moderna no país. Formada na Alemanha e nos Estados Unidos, trouxe uma linguagem baseada na deformação expressiva, na autonomia da cor e na construção consciente da imagem. Sua exposição de 1917 marcou um ponto de inflexão cultural, revelando o atraso do sistema artístico diante da modernidade. O legado de Anita permanece como origem estrutural do modernis
5 de jun. de 2023


Jackson Pollock
Jackson Pollock ocupa um lugar decisivo na história da arte por transformar a pintura em ação e experiência corporal. Ao abandonar o cavalete e trabalhar a tela no chão, redefiniu a relação entre corpo, gesto e matéria, deslocando a pintura do campo da representação para o do acontecimento. Sua obra, ligada ao expressionismo abstrato, inaugurou uma nova compreensão do espaço pictórico e influenciou profundamente a arte contemporânea, da performance à arte processual.
4 de abr. de 2023
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