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Arshile Gorky
Arshile Gorky foi um dos artistas mais decisivos da arte moderna americana, ao transformar a pintura em espaço de elaboração da memória e da experiência vivida. Sobrevivente do genocídio armênio, construiu uma linguagem singular que articula forma, cor e gesto de maneira instável e sensível. Sua obra estabelece uma ponte entre o surrealismo europeu e o expressionismo abstrato, influenciando profundamente a pintura contemporânea.
7 de nov. de 2022


Aleijadinho
Aleijadinho é uma das figuras centrais da arte brasileira, responsável por uma obra que articula escultura, arquitetura e talha em linguagem própria. Atuando no contexto do barroco luso-brasileiro, transformou referências europeias a partir do território, dos materiais e da experiência local. Seus conjuntos, como os Doze Profetas e a Igreja de São Francisco de Assis, seguem fundamentais para compreender a formação da visualidade no Brasil.
18 de out. de 2022


Artemisia Gentileschi
Artemisia Gentileschi é uma das figuras centrais da pintura barroca europeia. Atuando no século XVII, construiu uma obra marcada por rigor técnico, domínio da luz e escolhas compositivas firmes, que colocam a figura feminina no centro da cena. Sua trajetória revela não apenas a superação de limites impostos às mulheres de seu tempo, mas uma produção sólida, reconhecida hoje pela força pictórica, pela clareza narrativa e pela contribuição decisiva à história da arte ocidental.
14 de ago. de 2022


Andy Warhol
Andy Warhol redefiniu o lugar da imagem na arte contemporânea ao incorporar repetição, consumo e cultura visual como linguagem. Com serigrafias de produtos e celebridades, dissolveu a noção de originalidade e aproximou arte, mercado e mídia. Sua obra permanece central para compreender autoria, valor e circulação de imagens no século XX e no presente.
1 de ago. de 2022


Quando a pintura cria sua própria língua | O léxico de Mônica Ruggiero
Este texto reflete sobre o conceito de léxico nas artes visuais, entendendo a linguagem do artista como um sistema construído por repetições, variações e escolhas formais ao longo do tempo. A partir de referências da filosofia e da história da arte, o ensaio analisa como o léxico organiza sentidos, cria coerência e sustenta a identidade visual de uma obra. O texto se aprofunda no percurso de Mônica Ruggiero, mostrando como seu repertório formal opera como gramática viva, capa
1 de jul. de 2022
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