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"A Ascensão do Mercado de Arte em 2021: Uma Resposta à Crescente Riqueza"

Atualizado: 18 de out. de 2023




O crescimento notável do mercado de arte em 2021 esteve, surpreendentemente, mais correlacionado com o aumento do número de indivíduos abastados do que com o crescimento geral da riqueza do país. Enquanto diversos setores enfrentavam crises e adversidades, o mercado de arte não apenas se manteve resiliente, mas também testemunhou a inauguração de novas galerias.

Em um período de instabilidade econômica e política no Brasil, aliado à alta volatilidade nos mercados de ações, a arte emergiu como uma oportunidade de investimento segura. Artistas renomados e jovens talentos em ascensão se beneficiaram desse fenômeno, com o mercado de arte operando como um refúgio de estabilidade e apreciação.

Uma parcela considerável das vendas ocorreu em leilões, impulsionando o mercado secundário e consolidando a noção de que o investimento em arte representa uma forma sólida de diversificação de ativos, contribuindo para a proteção do patrimônio.

Outro fator significativo nesse cenário foi o isolamento social, que levou as pessoas a passar mais tempo em ambientes fechados. Esse novo estilo de vida desencadeou uma reavaliação das relações com o espaço de suas próprias casas. A convivência prolongada em um ambiente doméstico reacendeu o interesse em adquirir obras de arte, proporcionando uma nova dimensão de apreciação estética e significado para o espaço pessoal.





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