O que uma forma comunica quando deixa de representar algo reconhecível? Este ensaio investiga o papel da forma na escultura contemporânea e analisa como volumes, superfícies, vazios e relações espaciais continuam produzindo respostas no observador. Em um cenário marcado pela circulação acelerada de imagens, a escultura mantém uma experiência baseada no tempo, no deslocamento do corpo e na percepção do espaço.