top of page
marisa melo

marisa melo
EDITORIAL


Iolanda Delpupo e a construção de uma nova iconografia para a menstruação
Iolanda Delpupo investiga a menstruação na arte contemporânea por meio de pinturas que relacionam ciclo menstrual, fertilidade, nascimento e infância. Brasileira radicada na Itália, a artista incorpora flores, árvores, gestantes, crianças e o próprio sangue menstrual às obras, construindo uma iconografia que amplia a representação da experiência feminina e aborda um tema historicamente pouco explorado nas artes visuais.
17 de set.


A geometria do fio: a produção têxtil de Frida Bell
A produção têxtil de Frida Bell reúne geometria, cor e matéria em tapeçarias desenvolvidas ao longo de mais de uma década. Neste ensaio crítico, Marisa Melo analisa as relações entre formas geométricas, intensidade cromática e diferentes tratamentos do fio, situando a pesquisa da artista no contexto da crescente valorização da arte têxtil contemporânea.
6 de set.


Miró e a permanência do moderno num circuito voltado ao contemporâneo
A exposição Miró: Mestre das Formas, no MAB FAAP, em São Paulo, apresenta 140 obras de Joan Miró e propõe um reencontro com um dos grandes nomes da arte moderna. A mostra abre espaço para uma reflexão sobre a permanência do modernismo europeu na programação cultural brasileira, a formação do repertório artístico do público e os caminhos que aproximam a história da arte das questões e linguagens encontradas na produção contemporânea.
5 de set.


Quem decide o que é arte? SP-Arte Rotas 2026
Quem decide o que é arte? A partir da SP-Arte Rotas 2026, a curadora Marisa Melo analisa como artistas, galerias, curadores, instituições, críticos e colecionadores participam da construção de reconhecimento na arte contemporânea. O artigo discute Marcel Duchamp, formação do olhar, repertório, legitimação, mercado de arte e os critérios necessários para avaliar uma obra além da preferência pessoal.
31 de ago.


Até onde a família define quem somos? Dovunque Al Mondo
Dovunque Al Mondo, obra de Júlia Dalcastagné apresentada na exposição individual Estranhas Familiaridades, na UP Time Art Gallery, investiga identidade, relações familiares e as expectativas criadas pela semelhança entre pessoas de uma mesma família. Neste ensaio crítico, Marisa Melo analisa o corpo com duas cabeças, os grandes olhos característicos da artista e a estranheza que define sua pesquisa pictórica contemporânea.
25 de ago.


Júlia d’Paula e a pintura dos ipês
A série de ipês de Júlia d’Paula amplia uma pesquisa iniciada ainda nos primeiros anos de sua trajetória. A partir do realismo, a jovem artista tocantinense investiga a estrutura das árvores, as variações cromáticas das florações, luz, volume e composição. O artigo analisa como o retorno ao ipê pode contribuir para o desenvolvimento de uma linguagem pictórica própria e para a continuidade de sua pesquisa sobre a natureza brasileira.
22 de ago.


Uma conversa com Mônica Ruggiero, sobre o modo como uma linguagem visual se consolida por meio da pesquisa, da continuidade e da construção de um repertório próprio
Nesta entrevista, Mônica Ruggiero compartilha o percurso que consolidou sua linguagem artística, refletindo sobre a relação entre Arquitetura e Artes Visuais, a construção de uma pesquisa autoral e o desenvolvimento da série Ancestralidade. A artista aborda seu processo criativo, a importância do desenho, do caderno de artista e da investigação contínua como fundamentos da pintura contemporânea, revelando como autonomia, método e pesquisa estruturam sua produção visual.
6 de ago.


A Questão que Organiza a Obra
O artista conhece realmente o propósito de sua obra? A partir de uma reflexão inspirada por Nietzsche, este artigo investiga como recorrências visuais, escolhas formais e questões persistentes revelam caminhos que muitas vezes antecedem a consciência do próprio artista. Entre filosofia, prática artística e análise de trajetória, o texto propõe uma leitura da produção como campo de investigação contínua, onde algumas perguntas permanecem ativas durante toda uma vida de trabalh
30 de jul.


Lenny Hipólito no Modernos Eternos|bh 2026
Lenny Hipólito apresenta a mostra Inventário e Vestígio no Modernos Eternos BH 2026, evento que reúne arquitetura, design e arte contemporânea na centenária Escola Estadual Pedro II, em Belo Horizonte. Com curadoria de Marisa Melo, a mostra reúne pinturas em óleo sobre tela desenvolvidas por meio do pontilhismo para investigar a memória sensorial, propondo uma reflexão sobre os registros que visão, tato, olfato, audição e paladar acumulam ao longo da vida.
29 de jun.


Quando recusar uma exposição
Quando recusar uma exposição é uma decisão tão importante quanto aceitar uma oportunidade. Artistas visuais precisam avaliar tempo disponível, orçamento, contrato, coerência curatorial, público e possíveis desdobramentos antes de assumir um compromisso expositivo. Uma escolha estratégica protege o portfólio, fortalece a reputação profissional e contribui para a construção de uma carreira no mercado de arte. Entenda quais critérios considerar para decidir quando dizer não e pr
23 de jun.


O artista e o mercado
A cultura representa entre 2,5% e 2,8% do PIB brasileiro, segundo o Observatório Itaú Cultural. Apesar disso, milhares de artistas ainda acreditam que não é possível viver de arte. O problema não está na falta de demanda, mas na ausência de estrutura, planejamento e estratégia de inserção.
8 de jun.


Legado e Influências de Magdalena Abakanowicz e Sheila Hicks
Magdalena Abakanowicz e Sheila Hicks estão entre os nomes mais importantes da arte têxtil contemporânea. Nascidas em contextos históricos distintos, transformaram fibras, tecidos e tramas em linguagens capazes de ocupar o espaço, dialogar com a arquitetura e ampliar os limites da escultura. Este artigo analisa suas trajetórias, principais obras e a influência exercida sobre a valorização da arte têxtil em museus, bienais e exposições internacionais.
27 de mai.


A sintaxe silente das formas
O que uma forma comunica quando deixa de representar algo reconhecível? Este ensaio investiga o papel da forma na escultura contemporânea e analisa como volumes, superfícies, vazios e relações espaciais continuam produzindo respostas no observador. Em um cenário marcado pela circulação acelerada de imagens, a escultura mantém uma experiência baseada no tempo, no deslocamento do corpo e na percepção do espaço.
24 de mai.


Desconstruindo a teoria das cores
O que acontece com a cor quando ela deixa de depender dos pigmentos e passa a ser produzida pela luz? A partir do pensamento de Vilém Flusser, este ensaio investiga como telas, dispositivos digitais e a circulação contínua de imagens transformaram nossa relação com a cor. O texto analisa os impactos dessa mudança na pintura contemporânea e discute como novas condições visuais alteram a percepção, a produção artística e a cultura visual.
20 de mai.


O que fica quando a obra desaparece
A arte efêmera desafia tudo o que o mercado tradicional espera de uma obra: permanência, objeto, posse. Instalações desmontadas, performances únicas, trabalhos feitos de materiais que se dissolvem. O que fica quando a obra desaparece? Neste artigo, Marisa Melo analisa como artistas como Lygia Clark, Hélio Oiticica e Felix Gonzalez-Torres construíram legados sem depender do objeto permanente, e o que isso significa para colecionadores e artistas hoje.
5 de mai.


Identidade e autoria
A inteligência artificial recoloca em pauta uma questão antiga da arte, a autoria. Entre Walter Benjamin e Michel Foucault, o texto analisa como a produção por IA desloca a ideia de originalidade, intenção e assinatura. Em um cenário onde imagens podem ser geradas sem origem definida, o valor da obra retorna à decisão consciente do artista, à construção de linguagem e à singularidade do gesto.
23 de abr.


SP-Arte 2026: Número e mercado
A SP-Arte 2026 confirma o crescimento do mercado de arte brasileiro, com aumento do ticket médio, vendas em dólar e forte presença de galerias consolidadas. O evento revela um colecionador mais exigente, atento à trajetória dos artistas e à consistência das obras. Mais do que números, a feira evidencia como o mercado opera, quais linguagens estão sendo valorizadas e o que define uma carreira sólida no circuito contemporâneo.
14 de abr.


O Renascimento da Fotografia Analógica
O renascimento da fotografia analógica revela uma mudança no modo como produzimos e consumimos imagens na era digital. Entre filmes fotográficos, câmeras analógicas, processos de revelação e fotografia em preto e branco, o artigo investiga por que o analógico voltou a ocupar espaço na arte contemporânea, na moda e na cultura visual. Uma reflexão sobre tempo, matéria, imperfeição e a recuperação de uma experiência fotográfica mais lenta e física.
1 de abr.


Geometria da Claridade
Texto crítico de Lenny Hipólito reflete sobre a influência de Claude Monet na pintura contemporânea e analisa como a luz, a cor e a matéria pictórica se transformam em linguagem artística. Inspirada pelo impressionismo, a artista desenvolve uma pesquisa autoral baseada no pontilhismo e na densidade cromática, criando superfícies tridimensionais onde a tinta se torna volume e a luz estrutura a composição. O ensaio estabelece um diálogo entre tradição e criação contemporânea na
20 de mar.


O colecionismo contemporâneo e a nova escala do acervo
O colecionismo está passando por uma transformação. Pequenos formatos, gravuras, fotografias, desenhos e obras sobre papel ganham espaço em um mercado cada vez mais acessível e diversificado. A ampliação do acesso à informação, o crescimento das plataformas digitais e a entrada de novos compradores modificam a forma como coleções são construídas. Entenda como essas mudanças estão redefinindo o mercado de arte e os hábitos de aquisição no século XXI.
26 de jan.
Exposição em cartaz
Estranhas Familiaridades
Artista: Julia Dalcastagné
Curadoria: Marisa Melo
Realização: UP Time Art Gallery
Abertura: 15/08/2026


o artista por trás da obra
entrevistas sobre processos, escolhas e caminhos
Conversas exclusivas com criadores para entender como eles planejam e executam suas obras de arte.
newsletter
Textos, exposições e análises que chegam primeiro por aqui
INSCREVER
bottom of page