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marisa melo

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Arte, cultura e literatura


Uma conversa com Mônica Ruggiero, sobre o modo como uma linguagem visual se consolida por meio da pesquisa, da continuidade e da construção de um repertório próprio
Nesta entrevista, Mônica Ruggiero compartilha o percurso que consolidou sua linguagem artística, refletindo sobre a relação entre Arquitetura e Artes Visuais, a construção de uma pesquisa autoral e o desenvolvimento da série Ancestralidade. A artista aborda seu processo criativo, a importância do desenho, do caderno de artista e da investigação contínua como fundamentos da pintura contemporânea, revelando como autonomia, método e pesquisa estruturam sua produção visual.
6 de ago.


A Questão que Organiza a Obra
O artista conhece realmente o propósito de sua obra? A partir de uma reflexão inspirada por Nietzsche, este artigo investiga como recorrências visuais, escolhas formais e questões persistentes revelam caminhos que muitas vezes antecedem a consciência do próprio artista. Entre filosofia, prática artística e análise de trajetória, o texto propõe uma leitura da produção como campo de investigação contínua, onde algumas perguntas permanecem ativas durante toda uma vida de trabalh
30 de jul.


Lenny Hipólito no Modernos Eternos|bh 2026
Lenny Hipólito apresenta a mostra Inventário e Vestígio no Modernos Eternos BH 2026, evento que reúne arquitetura, design e arte contemporânea na centenária Escola Estadual Pedro II, em Belo Horizonte. Com curadoria de Marisa Melo, a mostra reúne pinturas em óleo sobre tela desenvolvidas por meio do pontilhismo para investigar a memória sensorial, propondo uma reflexão sobre os registros que visão, tato, olfato, audição e paladar acumulam ao longo da vida.
29 de jun.


Quando recusar uma exposição
Quando recusar uma exposição é uma decisão tão importante quanto aceitar uma oportunidade. Artistas visuais precisam avaliar tempo disponível, orçamento, contrato, coerência curatorial, público e possíveis desdobramentos antes de assumir um compromisso expositivo. Uma escolha estratégica protege o portfólio, fortalece a reputação profissional e contribui para a construção de uma carreira no mercado de arte. Entenda quais critérios considerar para decidir quando dizer não e pr
23 de jun.


O artista e o mercado
A cultura representa entre 2,5% e 2,8% do PIB brasileiro, segundo o Observatório Itaú Cultural. Apesar disso, milhares de artistas ainda acreditam que não é possível viver de arte. O problema não está na falta de demanda, mas na ausência de estrutura, planejamento e estratégia de inserção.
8 de jun.


Legado e Influências de Magdalena Abakanowicz e Sheila Hicks
Magdalena Abakanowicz e Sheila Hicks estão entre os nomes mais importantes da arte têxtil contemporânea. Nascidas em contextos históricos distintos, transformaram fibras, tecidos e tramas em linguagens capazes de ocupar o espaço, dialogar com a arquitetura e ampliar os limites da escultura. Este artigo analisa suas trajetórias, principais obras e a influência exercida sobre a valorização da arte têxtil em museus, bienais e exposições internacionais.
27 de mai.


A sintaxe silente das formas
O que uma forma comunica quando deixa de representar algo reconhecível? Este ensaio investiga o papel da forma na escultura contemporânea e analisa como volumes, superfícies, vazios e relações espaciais continuam produzindo respostas no observador. Em um cenário marcado pela circulação acelerada de imagens, a escultura mantém uma experiência baseada no tempo, no deslocamento do corpo e na percepção do espaço.
24 de mai.


Desconstruindo a teoria das cores
O que acontece com a cor quando ela deixa de depender dos pigmentos e passa a ser produzida pela luz? A partir do pensamento de Vilém Flusser, este ensaio investiga como telas, dispositivos digitais e a circulação contínua de imagens transformaram nossa relação com a cor. O texto analisa os impactos dessa mudança na pintura contemporânea e discute como novas condições visuais alteram a percepção, a produção artística e a cultura visual.
20 de mai.


O que fica quando a obra desaparece
A arte efêmera desafia tudo o que o mercado tradicional espera de uma obra: permanência, objeto, posse. Instalações desmontadas, performances únicas, trabalhos feitos de materiais que se dissolvem. O que fica quando a obra desaparece? Neste artigo, Marisa Melo analisa como artistas como Lygia Clark, Hélio Oiticica e Felix Gonzalez-Torres construíram legados sem depender do objeto permanente, e o que isso significa para colecionadores e artistas hoje.
5 de mai.


Identidade e autoria
A inteligência artificial recoloca em pauta uma questão antiga da arte, a autoria. Entre Walter Benjamin e Michel Foucault, o texto analisa como a produção por IA desloca a ideia de originalidade, intenção e assinatura. Em um cenário onde imagens podem ser geradas sem origem definida, o valor da obra retorna à decisão consciente do artista, à construção de linguagem e à singularidade do gesto.
23 de abr.


SP-Arte 2026: Número e mercado
A SP-Arte 2026 confirma o crescimento do mercado de arte brasileiro, com aumento do ticket médio, vendas em dólar e forte presença de galerias consolidadas. O evento revela um colecionador mais exigente, atento à trajetória dos artistas e à consistência das obras. Mais do que números, a feira evidencia como o mercado opera, quais linguagens estão sendo valorizadas e o que define uma carreira sólida no circuito contemporâneo.
14 de abr.


O Renascimento da Fotografia Analógica
O renascimento da fotografia analógica revela uma mudança no modo como produzimos e consumimos imagens na era digital. Entre filmes fotográficos, câmeras analógicas, processos de revelação e fotografia em preto e branco, o artigo investiga por que o analógico voltou a ocupar espaço na arte contemporânea, na moda e na cultura visual. Uma reflexão sobre tempo, matéria, imperfeição e a recuperação de uma experiência fotográfica mais lenta e física.
1 de abr.


Geometria da Claridade
Texto crítico de Lenny Hipólito reflete sobre a influência de Claude Monet na pintura contemporânea e analisa como a luz, a cor e a matéria pictórica se transformam em linguagem artística. Inspirada pelo impressionismo, a artista desenvolve uma pesquisa autoral baseada no pontilhismo e na densidade cromática, criando superfícies tridimensionais onde a tinta se torna volume e a luz estrutura a composição. O ensaio estabelece um diálogo entre tradição e criação contemporânea na
20 de mar.


O colecionismo contemporâneo e a nova escala do acervo
O colecionismo está passando por uma transformação. Pequenos formatos, gravuras, fotografias, desenhos e obras sobre papel ganham espaço em um mercado cada vez mais acessível e diversificado. A ampliação do acesso à informação, o crescimento das plataformas digitais e a entrada de novos compradores modificam a forma como coleções são construídas. Entenda como essas mudanças estão redefinindo o mercado de arte e os hábitos de aquisição no século XXI.
26 de jan.


Certificação e Due Diligence: a importância da documentação no mercado de arte
A certificação e a due diligence desempenham papel fundamental no mercado de arte contemporâneo. Certificados de autenticidade, proveniência, histórico expositivo e documentação permitem verificar autoria, propriedade e trajetória das obras. Este artigo analisa como esses instrumentos contribuem para reduzir riscos, aumentar a transparência das negociações e fortalecer a circulação de obras em coleções, galerias, instituições e no mercado internacional.
16 de jan.


Quando a Arte Rompe seus Próprios Códigos
A arte contemporânea transformou os critérios que durante séculos orientaram a produção artística. Partindo de Marcel Duchamp e de sua obra Fountain, este artigo analisa como a arte passou a questionar seus próprios fundamentos, incorporando novas linguagens, formatos e temas. Performance, instalação, fotografia, arquivo e práticas interdisciplinares ampliaram o campo artístico e redefiniram a relação entre obra, discurso e experiência estética.
9 de nov. de 2025


O Contemporâneo e o Anacronismo
O anacronismo costuma ser tratado como um desvio cronológico, mas na arte pode constituir um recurso capaz de ampliar a permanência de uma obra. Este ensaio analisa essa hipótese a partir das reflexões de Giorgio Agamben sobre o contemporâneo e da pintura metafísica de Giorgio de Chirico. Ao investigar a relação entre cronologia, história e criação artística, o texto propõe uma leitura crítica sobre o papel do anacronismo na produção de imagens que continuam relevantes ao lon
10 de out. de 2025


Júlia Dalcastagné: Individual em São Paulo
A artista Júlia Dalcastagné fala sobre sua primeira exposição individual em São Paulo, Poison Eye: Fragmentos de um Universo Pessoal. Natural de Florianópolis e formada em Artes Visuais pela UDESC, a artista compartilha sua relação com os quadrinhos, a pintura, a arte digital e a escultura, além de comentar as referências visuais que acompanham sua produção e os desafios desta nova etapa de sua trajetória.
8 de out. de 2025


O pensamento contemporâneo| Nietzsche, Deleuze e a criação como força
Inspirado em Nietzsche e Deleuze, este ensaio reflete sobre a arte como força vital e potência de criação. A obra deixa de representar e passa a gerar pensamento. Criar é afirmar a vida, transformar o caos em forma e o pensamento em energia. A arte se torna o espaço onde existir é resistir.
3 de out. de 2025


Cristina Bernardini e os bastidores da curadoria
Radicada em Portugal há mais de três décadas, Cristina Bernardini atua entre curadoria, gestão cultural e mercado de arte internacional. Proprietária da Dama Art Gallery e responsável pela Atlas Violeta, desenvolve projetos voltados à circulação de artistas brasileiros e lusófonos em feiras, exposições e premiações internacionais.
3 de jul. de 2025
Exposição em cartaz
Estranhas Familiaridades
Artista: Julia Dalcastagné
Curadoria: Marisa Melo
Realização: UP Time Art Gallery
Abertura: 15/08/2026


o artista por trás da obra
entrevistas sobre processos, escolhas e caminhos
Conversas exclusivas com criadores para entender como eles planejam e executam suas obras de arte.
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