Andrea Mariano

Andrea Mariano:
Liberdade e Ousadia

15/09/20 a 10/10/20

Liberdade & Ousadia

 

Hoje em dia todos apreciam o trabalho dos Impressionistas. Quem questiona Monet e Renoir? Mas no início, a crítica e o público acusaram esses artistas de rebeldes que na verdade não sabiam pintar. Apesar da hostilidade, aos poucos o público reconheceu no estilo um modo original de ver e de pintar. 

A Pop Art já foi rotulada de vulgar, não estética. Mesmo assim, hoje ela se impõe como uma arte democrática e não-discriminatória,

O Desenho Realista já disputou espaço com a Fotografia e a Arte Digital. Mas hoje essa proposta já é apreciada em todo o mundo, e o talento que o estilo exige ganha o respeito e o reconhecimento internacional

 

Os desenhos realistas de Andrea Mariano capturam nosso olhar de modo a nos deixar em dúvida se o que vemos é foto ou desenho. Em seus retratos, com uma técnica muito desenvolvida, ela consegue nos transmitir as emoções, os sentimentos do retratado sem alterar a naturalidade da imagem. O realismo é tanto que muitas vezes os criadores de desenhos realistas divulgam vídeos para provar que o que vemos não foi criado por uma câmera.

 

Autodidata, a artista nasceu na Paraíba. Com 5 anos já reproduzia e ampliava imagens de gibis. O amor à arte levou ao profissionalismo. E as redes sociais facilitaram a divulgação. Suas pinturas em tela já foram apresentadas em exposições na Paraíba, e seus desenhos realistas, em papel, lápis de cor, grafite e em tela, ganham uma projeção internacional.

 

Andrea Mariano, em suas próprias palavras, destaca a criatividade como fator importante de diferenciação, ao realçar as emoções em seus retratos. A dedicação e o esmero, o cuidado na escolha de cores, luzes e sombras geram obras que trazem à artista, satisfação e a observadores do Brasil e do exterior, admiração.

Resultado do estilo muito próprio com que sua sensibilidade consegue trabalhar dois elementos essenciais, que definem sua proposta: a liberdade e a ousadia.

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"Ella Fitzgerald", ao se consagrar como “Rainha do Jazz” mostrou quão longe é possível chegar mesmo quando todas as probabilidades são negativas. Nascida em 1917, ela viveu num período em que o mundo era mais racista e as mulheres eram mais discriminadas do que hoje. Isso tudo agravado por uma infância de muita pobreza. Como se não bastasse, à morte da mãe se seguiu o abuso pelo padrasto.

Fácil de entender por quê em suas entrevistas ela não falava sobre a infância e a adolescência. Ainda assim, a fã de Connee Boswell fez da música seu caminho e brilhou desde a primeira apresentação no lendário Apollo Theater. Sempre se reinventando, Ella indicou caminhos para o Jazz. A imagem que Adélia Clavien nos traz vem com um sorriso contido e um olhar de quem viveu toda a dor que torna inconfundíveis o jazz e o blues.

Adélia traz o elemento musical ao contexto de “Empowerment!” com alguém que venceu enormes barreiras raciais e sempre se preocupou em proporcionar oportunidades para os menos afortunados. Essa parceira de Louis Armstrong é mais um exemplo a seguir na construção desse “wonderful world”.

 

 

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© 2019 Marisa Melo

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